quinta-feira, 24 de abril de 2014

Donizete reclama da postura do Galo na Colômbia, mas acredita em virada

Réver lamenta derrota com gol no fim após chute indefensável de Cárdenas


Por Medelím, Colômbia

 
A derrota, obviamente, nunca agrada os jogadores. No caso do revés sofrido pelo Atlético-MG para o Nacional-COL, por 1 a 0, em Medelím, na Colômbia (veja os melhores momentos da partida no vídeo ao lado), na primeira partida das oitavas de final da Libertadores, foi ainda pior. Pelo menos para o volante Leandro Donizete.  

O jogador reclamou, e com razão, da forma de jogo que o time adotou, jogando atrás, chamando o adversário. Resultado: o Galo teve que se segurar, os volantes e zagueiros trabalharam o tempo inteiro, e o goleiro Victor foi várias vezes exigido, fazendo grandes defesas e evitando o pior. O time atleticano praticamente não atacou.  

O gol de Cárdenas, aos 46 minutos, pode ser considerado um castigo, mas, ao mesmo tempo, fez justiça pela quantidade de oportunidades criadas pelo time colombiano.

- Tem que segurar a bola mais lá na frente, a gente tem que colocar a bola no chão. Tem hora que tem que arriscar, não adianta só chutão. Uma hora toma. Várias vezes a gente foi no fundo e tiramos. Uma que a gente vacilou eles foram felizes. Tem o jogo de volta, vamos nos motivar para conquistar essa virada.  


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Já o zagueiro Réver preferiu adotar o discurso habitual, lamentar a derrota no fim, e se mostrar confiante quanto a uma virada no jogo de volta, quinta-feira da semana que vem, no Independência, em Belo Horizonte. O Galo precisa vencer por 2 a 0 para avançar. Se vencer por 1 a 0, a decisão da vaga vai para os pênaltis.  


- Tentamos levar para o segundo jogo em casa, sem sofrer gol, e no finalzinho tivemos uma infelicidade. Acertaram um grande chute, indefensável. Mas agora a gente tem todas as condições de reverter o placar em casa.


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