Jovem líder do Brasil, ponteiro de 22 anos demonstra importância também fora de quadra ao lutar por punição dos envolvidos no escândalo de contratos irregulares
- Infelizmente, essas pessoas mancham o vôlei brasileiro que nos últimos anos construiu uma coisa tão bacana, com jogadores com integridade acima da média. Transformaram o vôlei brasileiro em um picadeiro, por isso nos usamos nariz de palhaço. Eles usaram de forma errada o dinheiro para o investimento em um esporte que pode tirar gente das ruas, incentivar uma nação e mudar vidas. Foi uma palhaçada. Essa é uma mensagem direta para essas pessoas. Quem tiver que pagar, que devolva o dinheiro ou seja preso - disse Lucarelli, que está bem acompanhando na onda de protestos.
Ciente do seu papel como jogador da seleção brasileira, o jovem reitera que os atletas decidiram que fazer greve na Superliga não seria o caminho ideal para protestar contra a crise da CBV, que fez com que o Banco do Brasil, principal apoiador da CBV há 21 anos, suspendesse o pagamento do importante patrocínio. O que os desportistas podem fazer é fiscalizar o andamento das investigações e continuar se movimentando para aumentar a união entre os jogadores das 12 agremiações que disputam a Superliga masculina.
- Os jogadores mais experientes e mais novos já estão se movendo, todos os jogadores de todos os times estão unidos, estamos nos falando. O vôlei brasileiro não pode se manchar por uma cagada dessas. Temos que continuar batalhando e lutando pelos nossos direitos.
Jogadores do Canoas entram em quadra com
narizes de palhaço no jogo contra o
Taubaté, no sábado
(Foto: Divulgação)
- Receber as finais da Liga seria muito importante já pensando nas Olimpíadas do Rio, em 2016, porque nós mesmos e a torcida brasileira precisamos nos acostumar com a pressão de jogar em casa uma grande competição. Eu não sei se isso é definitivo, mas tem uma grande chance de acontecer. É uma pena. Quem sai perdendo são os jogadores e a torcida.
FONTE:
http://glo.bo/13pC938
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