sábado, 20 de agosto de 2016

Quem é quem? Conheça os 11 titulares da Alemanha que encara o Brasil




OLIMPÍADAS RIO 2016  


FUTEBOL MASCULINO



Time tem cinco jogadores com passagem pela seleção principal, sendo quatro deles no meio-campo. Zagueiro, Matthias Ginter foi campeão do mundo em 2014




Por
Rio de Janeiro




(OBS. DO BLOG:
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DA MATÉRIA ABAIXO)




Um time alto, com  boa experiência na Bundesliga no meio-campo e na zaga, mas com laterais com pouca rodagem profissional. Em um resumo bem curto, a descrição acima se aplica à Alemanha que enfrenta o Brasil neste sábado, no Maracanã, às 17h30 (de Brasília), na disputa do ouro olímpico. A TV Globo, o SporTV e o GloboEsporte.com transmitem o jogo ao vivo.

No time comandado pelo veterano técnico Horst Hrübesch, há 16 anos no cargo (contando a passagem pelo time sub-21), há nomes talentosos e o meio-campo é o setor onde eles se concentram.
Os experientes volantes gêmeos Sven e Lars Bender (com passagens pela seleção de cima) iniciam a construção de jogadas para a criação de Max Meyer e Julian Brandt, meias que também já foram convocados por Joachin Löw. Na ponta esquerda está Serge Gnabry, do Arsenal, e no ataque, Davie Selke, do RB Leipzig. Todos com ótimo histórico em seleções de base alemãs.

Comemoração Alemanha Nigéria semifinal Olimpíada (Foto: Reuters)
Alemães comemoram a vaga na final após 
vitória sobre a Nigéria (Foto: Reuters)


Confira um pequeno perfil dos titulares da seleção alemã:



TIMO HORN (GOLEIRO)

Titular do Colônia há algumas temporadas, Horn é, aos 23 anos, um dos goleiros mais promissores da Alemanha. Mostrou segurança quando acionado, principalmente no início do jogo contra Portugal, quando fez uma grande defesa.


JEREMY TOLJAN (LATERAL DIREITO)

Formado na base do Hoffenheim, vista como uma das melhores da Alemanha, Toljan ganhou a posição de titular no segundo turno da Bundesliga. Lateral-esquerdo de origem, é destro e tem atuado pelo lado direito na Olimpíada. Não cruza muito bem, mas é um bom marcador. Alto, também dá poucos espaços no jogo aéreo.

MATTHIAS GINTER (ZAGUEIRO)

Ginter era reserva na Copa do Mundo de 2014, e esperava-se que fosse ganhar espaço na seleção principal. Mas após sua chegada no Borussia Dortmund, não teve o mesmo desempenho da época do Freiburg, e acabou deslocado para a lateral direita. De volta à zaga na seleção alemã, faz um bom torneio olímpico e marcou um gol importante contra Portugal.


NIKLAS SULE (ZAGUEIRO

É outro jogador formado na base do Hoffenheim. Titular dos profissionais há três temporadas, tem 1,95m e é quase imbatível no jogo áreo, mas tem qualidades com a bola no pé também. Recusou recentemente uma oferta do Liverpool por entender que precisa agora de mais tempo de jogo.


LUKAS KLOSTERMANN (LATERAL-ESQUERDO)

Foi o autor do primeiro gol contra a Nigéria. Formado no RB Leipzig, é um dos mais jovens jogadores do elenco, com apenas 20 anos. Lateral ofensivo, faz jogadas de ultrapassagem constantemente e cruza com muita consciência para a área.


SVEN BENDER (VOLANTE)

É o pilar de sustentação defensiva da equipe. Rápido e importante no jogo aéreo, dificilmente erra passes simples e mostra muita consistência defensiva. Tem sete partidas pela seleção principal e foi bicampeão alemão com o Borussia Dortmund em 2011 e 2012.


LARS BENDER (VOLANTE)

Irmão gêmeo de Sven, é quem chega mais ao ataque e inicia muitas vezes as jogadas da equipe, mas conduz um pouco demais a bola em alguns momentos. É dinâmico e aparece sempre como opção para o jogo. Depois de Neymar, é o jogador mais caçado do torneio olímpico. Disputou a Eurocopa de 2012 pela seleção principal.


SERG GNABRY (MEIA)

Alemão filho de marfinenses, Gnabry é o artilheiro do torneio olímpico com seis gols. Destro, atua pelo lado esquerdo, aberto, e quase sempre recebe a bola livre após a construção da jogada feita por Meyer ou Brandt.


MAX MEYER (MEIA)

Tecnicamente, o melhor jogador do time. Aos 21 anos, veste a camisa 7, carrega a braçadeira de capitão e é o responsável pela criação de jogadas de toda a equipe. Titular do Schalke 04 desde 2013, foi pré-convocado para a Copa do Mundo de 2014, mesmo ano em que estreou pela seleção principal.


JULIAN BRANDT (MEIA)

Aos 20 anos, Brandt é tratado como joia na Alemanha desde cedo. Ganhou dois troféus Fritz Walter (prêmio dado ao melhor jogador jovem de cada categoria de base, no sub-17 e no sub-18), participou do Mundial Sub-20 e foi pré-convocado para a Eurocopa em 2016. Também estreou pela seleção principal e é visto como um excelente nome para o futuro.


DAVIE SELKE (ATACANTE)

Descendente de etíopes, Selke tem Mario Gómez como ídolo e arrebentou no Campeonato Europeu Sub-19, em 2014. Mesmo com 1,92m de altura, se movimenta bem e já foi comparado a Miroslav Klose, recordista de gols em Copas do Mundo com 16. Mas nos últimos anos teve um desempenho abaixo do esperado na segunda divisão alemã, pelo RB Leipzig.


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/futebol/noticia/2016/08/quem-e-quem-conheca-os-11-titulares-da-alemanha-que-encara-o-brasil.html

Meta do COB, top 10 de medalhas vira "missão im




OLIMPÍADAS RIO 2016



Delegação brasileira tem mais duas medalhas certas e boas chances de faturar mais uma, mas precisaria de conquistas improváveis para se igualar ao Canadá no quadro




Por
Rio de Janeiro




Alison e Buno, Brasil X Itália Vôlei de praia Final (Foto: Guito Moreto / O Globo / Nopp)Alison e Bruno conquistaram no vôlei de praia o ouro mais recente (Foto: Guito Moreto / O Globo / Nopp)


Apesar de já ter igualado o número de ouros em relação a Atenas (cinco, com uma campanha até melhor que a daquele ano devido a um número maior de pratas e bronzes conquistadas agora) e estar perto de chegar ao maior número de medalhas numa mesma edição de Jogos Olímpicos (17), a delegação brasileira não atingirá a meta estabelecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) de terminar os Jogos Rio 2016 entre os dez países com o maior número de medalhas. É uma "missão impossível". Nesta sexta-feira, escapou o bronze do futebol feminino após a derrota para o Canadá, e Yane Marques, bronze em Londres 2012, ficou longe do pódio no pentatlo moderno.
Com ao menos mais duas medalhas garantidas (o futebol masculino e o vôlei masculino estão na final) e boas chances de subir em outro esporte (canoagem velocidade), o Brasil precisaria de conquistas improváveis, pelos resultados e retrospectos, em outras modalidades nos dois dias restantes de disputas para superar o Canadá, hoje com 21 medalhas no total.


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Até aqui, o Brasil tem 15 medalhas (cinco ouros, cinco pratas e cinco bronzes). Tanto no quadro por ouro, como no ranking por número de medalhas, o Brasil aparece em 15º. Já o Canadá, por sua vez, está em décimo por quantidade e em 19º por ouro - são 14 de bronze, quatro de ouro e três de prata. Seriam necessárias mais seis medalhas para alcançar o Canadá. É certo que o Brasil chegará a 17 medalhas. Neste sábado, disputa a final do futebol masculino contra a Alemanha, às 17h30, no Maracanã. Também entra forte na decisão da canoagem C2 1.000m, com Isaquias Queiroz e Erlon de Souza. A final do vôlei masculino será contra a Itália, neste domingo.

Gabriel Jesus Neymar e Gabigol Brasil e Honduras olimpíada (Foto: Agência Reuters)
Futebol masculino tem a chance de garantir 
mais um ouro para o Brasil na Olimpíada 
do Rio (Foto: Agência Reuters)


O Brasil até tem mais de cinco disputas para fazer, mas dificilmente conseguirá um pódio no atletismo, no ciclismo mountain bike, na ginástica rítmica e no taekwondo, por exemplo (veja abaixo a relação das modalidades que o Brasil ainda vai disputar e suas chances). Além disso, teria de torcer para os concorrentes estacionarem até domingo.


+ O DNA Time Brasil
+ Confira aqui todos os Especiais Olímpicos do GloboEsporte.com


A expectativa é que o Brasil feche a Olimpíada em casa com até 18 medalhas. A não ser que outra modalidade surpreenda. Na comparação por ouro, também é difícil terminar no top 10, mas a chance é um pouco maior. A Austrália, atual décima colocada nesse quesito, tem oito.

Ao longo da Olimpíada, alguns favoritos ficaram pelo caminho, como Robert Scheidt, o vôlei feminino e Marcelo Melo e Bruno Soares no tênis de duplas. Em contrapartida, os ouros de Thiago Braz no salto com vara e Martine Grael/Kahena Kunze na vela também não estavam inicialmente na conta e acabaram de certa forma compensando algumas frustrações. Resta saber o que pesará no balanço final.

Jaqueline Brasil x China quartas de final vôlei feminino Rio 2016 (Foto: Divulgação/FIVB)
Eliminação precoce no vôlei feminino 
atrapalhou os planos por mais uma 
medalha do Time Brasil (Foto: 
Divulgação/FIVB)



Disputas que o Brasil ainda tem pela frente:

Atletismo 
Revezamento 4x400 masculino - Improvável
Maratona - Marilson Gomes dos Santos / Paulo Roberto de Almeida / Solonei Silva - Improvável

Canoagem
Isaquias Queiroz/Erlon - Grandes chances

Ciclismo Mountain Bike
Raiza Goulão (feminino) - Improvável
Henrique Avancini e Rubens Donizete Valeriano (masculino) - Improvável

Futebol
Final masculino - Brasil x Alemanha - Medalha certa (ouro ou prata)

Ginástica Rítmica
Conjunto e individual - Improvável

Pentatlo moderno
Felipe Nascimento - Improvável

Saltos ornamentais
Hugo Parisi - Improvável

Taekwondo
Maicon Siqueira - Improvável

Triatlo feminino
Pamella Oliveira - Improvável

Vôlei masculino
Final - Brasil x Itália - medalha certa (ouro ou prata)


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2016/08/meta-do-cob-top-10-por-medalhas-vira-missao-impossivel-para-o-brasil.html