quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Atlético-PR vence a Chapecoense por 3 a 1 e mantém domínio na Baixada





BRASILEIRÃO SÉRIE A 2016

29ª RODADA


Chape abre o placar e surpreende controlando o primeiro tempo, mas etapa complementar é toda do Furacão, que vira o resultado e se mantém no G-6




Por
Curitiba



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Atlético-PR demonstrou mais uma vez que a Baixada é território rubro-negro com a vitória de 3 a 1 sobre a Chapecoense, na noite desta quarta-feira, pela 29ª rodada do Brasileirão. Depois de um primeiro tempo com domínio catarinense e o gol de Filipe Machado, o rubro-negro empatou com o pênalti cobrado Hernani e recuperou a força de casa no segundo tempo. Pablo e Rosseto, com um lindo gol de fora da área, deram a 12ª vitória do Atlético-PR em 14 jogos na Baixada.

Com o resultado, o Atlético-PR chega aos 45 pontos, assegura a sexta posição e não pode ser ultrapassado por ninguém até o fechamento da rodada. A Chape permanece na 11ª posição com 38 pontos, mas pode ser ultrapassado pelo Coritiba, que enfrenta o Internacional nesta quinta.

A Série A abre espaço para as eliminatórias da Copa, e os times voltam a jogar somente daqui uma semana. Na próxima quinta-feira, o Atlético-PR viaja até Porto Alegre e enfrenta o Grêmio, às 21 horas. Um dia antes, na quarta, a Chape recebe o Sport às 11 horas, na Arena Condá.

hernani gol atlético-pr x chapecoense arena da baixada (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)
Hernani empata para o Furacão e abre o 
caminho para a vitória sobre a Chapecoense (Foto: 
Giuliano Gomes/PR Press)


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Sempre tão poderoso na Arena da Baixada, o Atlético-PR foi surpreendido pela Chapecoense jogando ofensivamente e bem organizada. O início dava sinais de que o dia podia não ser mais um de domínio do Furacão, que perdeu o atacante Luan ainda aos 17 minutos, machucado. O gol da Chape veio em seguida com uma jogada ensaiada, que o zagueiro Filipe Machado empurrou para as redes aproveitando a sobra. Após o gol, o Atlético-PR perdeu ainda mais o ritmo de jogo e não conseguia sair da boa marcação catarinense e o empate só apareceu quando Lucas Fernandes foi derrubado por Dener quase fora da área, que Hernani concluiu já no final do primeiro tempo.

O segundo tempo começou com o Atlético-PR recuperando a força na Baixada e crescendo nas jogadas ofensivas com Hernani aparecendo muito bem nas finalizações até que o volante sentiu, e o técnico Paulo Autuori precisou fazer sua segunda substituições por problemas físicos dos jogadores. Mas o embalo do time levado pela torcida não mudou o ritmo de domínio dos donos da casa e o gol veio de Pablo aos 38 minutos de cabeça. Para fechar e mostrar que, quem manda na Baixada é o Furacão, Rossetto mandou um lindo chute de fora da área e que parou nas redes do goleiro Danilo. 


FONTE:

Argel admite que Vitória não jogou bem e lamenta lesão de Marinh


Atacante deixa o campo ainda no primeiro tempo sentindo a coxa. Vitória é derrotado pelo Grêmio por 1 a 0, na Arena Fonte Nova, e tem ascensão na Série A freada




Por
Salvador




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O Vitória não conseguiu embalar o terceiro triunfo consecutivo na Série A. Jogando na Arena Fonte Nova, o Rubro-Negro foi derrotado por 1 a 0 pelo Grêmio, em partida disputada na noite desta quarta-feira. Jaílson marcou o único gol do triunfo gremista.

Em entrevista coletiva logo após a partida, o técnico do Vitória, Argel Fucks, admitiu que a equipe não jogou bem, falou sobre a falha defensiva no gol adversário e lamentou a lesão de Marinho, que teve que deixar o duelo ainda na primeira etapa. 

- Campeonato é muito difícil. Vitória e Grêmio sempre é um clássico. Jogo muito equilibrado. A equipe que errasse tomaria o gol. Tivemos uma falha na bola parada, que é o nosso forte. Hoje, não conseguimos entrar com a bola ofensiva, ainda tivemos uma falha na bola defensiva. Duas equipes competitivas. Tecnicamente, não foi uma partida. O adversário veio com uma proposta de buscar o contra-ataque. Hoje não conseguimos criar tanto como vínhamos criando. Tecnicamente, não conseguimos organizar a nossa equipe. Adversário veio para jogar no erro. Quando você erra uma vez, acaba saindo o gol. Os goleiros fizeram defesas importantes. Voltamos até bem para o segundo tempo, mas tomamos o gol cedo. Tivemos problemas. Marinho, que o nosso jogador de desafogo, muito forte no um contra um... Primeiro tempo se resumiu a isso. Uma boa defesa do Fernando Miguel, uma bola na trave do Kieza. Segundo tempo, tivemos duas chances em chutes do Serginho. É pouco. Não criamos muito e oferecemos o contra-ataque, o que é normal, porque você adianta o time e vai correr risco. Jogo é isso, equilíbrio total e não tem jogo fácil – avaliou.

Marinho deixou a partida ainda na primeira etapa, após tentar dar uma arrancada, levar a mão à coxa e cair no gramado. O treinador rubro-negro destacou a importância do seu atacante, que é o principal jogador do Vitória.

- Marinho tem feito por merecer isso. O Brasil inteiro conhece o Marinho. Ele é uma flecha apontada para o gol do adversário. Quando o Marinho se machuca, você perde um jogador importante vivendo uma fase boa. É um jogador importante. Agora, perdemos o jogador. Temos que usar os jogadores que temos. Não perdemos o jogo na lesão do Marinho. Perdemos porque falhamos, Bola parada, que a gente treina todo dia. Não tinha tomado gol de bola parada, tínhamos feito. A banca paga, a banca recebe. 




Com a derrota, o Leão caiu uma posição na tabela e agora é o 14º colocado, com 35 pontos, mas ainda pode perder posições com o complemento da rodada. A equipe volta a campo na próxima quinta-feira, quando encara a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli.


Confira outros trechos da coletiva de Argel.

ERRO FATAL
Se não houver falhas, não há gol. Futebol acontece isso. Clássico, jogo equilibrado como é, Grêmio brigando pela Libertadores, nos contra o rebaixamento. Quando erra uma vez, você toma o gol. Bola parada, um ponto forte nosso. Tivemos uma falha coletiva. Temos que levantar a cabeça, temos a semana inteira para trabalhar e preparar a equipe para o jogo em Campinas.

SAÍDAA DE WILLIAN FARIAS
Farias é meu capitão, homem de confiança. Estava com amarelo. Naquele momento, eu precisava construir o jogo, então não poderia tirar o Marcelo. Farias vinha fazendo uma grande partida, principalmente no primeiro tempo. No segundo, ele deu uma caída, junto com a equipe. Mesmo assim, jogador vibrante, incansável na marcação. Quando tomamos o amarelo, em algum momento ele precisaria fazer a falta. Teve lances em que ele não fez com medo de tomar o vermelho. Preservamos o jogador. Colocamos Serginho e Euller para construir o jogo. O Grêmio estava muito compacto e deu a bola para a gente. Não tínhamos o Cárdenas, que está lesionado e deve voltar contra a Ponte. Mas é isso. Farias não estava mal. Estava bem. Foi para preservar. Naquele momento, nós tínhamos que correr o risco. Ficamos prejudicados, principalmente com a saída prematura de Marinho, que prejudica nossa equipe.

CAÍQUE E DAVID CORTADOS DO JOGO
Opção nossa. Vamos rodar. Temos confiança em todos. Houve uma troca de nomes. Já tínhamos comentado que daríamos oportunidade para o Wallace. Próximo jogo, eles voltam. Caíque precisa treinar, porque o goleiro fica no banco o tempo todo. Revezamento normal. Nada mais do que isso.

TIME EM FUNÇÃO DE MARINHO?
Estamos relatando um caso Não estamos dizendo que o time só joga em função do Marinho. Jogamos em função do Kieza, do Zé, do Tiago Real, do Marcelo, dos jogadores que a gente tem. A partir do momento que você perde um jogador que vem bem.... Ele se torna um jogador imprescindível. Temos outros jogadores. Temos o Vander, o David, o Cárdenas volta. Temos outros jogadores que podem fazer essa função. A lesão faz parte do futebol, porque temos uma carga de jogos intensa. Fizemos uma viagem longa do Sul para cá. Mas isso é com todos os clubes. Não estamos usando isso como justificativa. A gente tem consciência de que não fizemos uma boa partida tecnicamente. Quando você joga contra um adversário fechado, você precisa criar melhor, rodar mais essa bola. Por incrível que pareça, até os oito minutos [do segundo tempo], voltamos bem. São coisas do futebol. Não dá para lamentar muito não. Às vezes, no Campeonato Brasileiro, é mais fácil jogar fora do que em casa, porque dentro você tem o tempo todo que propor o jogo.


FONT: