segunda-feira, 25 de abril de 2011

Náutico não consegue conter Sport, que luta para também ser hexa: 3 a 1

CAMPEONATO PERNAMBUCANO 2011


Leão vence na Ilha do Retiro no primeiro jogo pelas semis do Campeonato Pernambucano. Santa Cruz bate Porto por 2 a 1 na outra semifinal



Por GLOBOESPORTE.COM Recife

Na briga para se igualar ao Náutico como hexacampeão pernambucano, o Sport se saiu melhor no primeiro round. Na Ilha do Retiro, diante de 23 mil pagantes, o penta rubro-negro bateu, na tarde deste domingo, o Timbu por 3 a 1 e praticamente carimbou o passaporte para a decisão e atingir a mesma marca do rival de seis títulos seguidos - os do alvirrubro foram conquistados entre 1963 e 1968. Bruno Mineiro e Marcelinho Paraíba, ambos no primeiro tempo, e Ciro, na segunda etapa, marcaram os gols da vitória do Leão. Rogério fez o do Timbu.
Os dois times voltam a se enfrentar no próximo domingo, no estádio dos Aflitos. O Leão pode perder até por 1 a 0 que se classifica para a final. Vitória por 2 a 0 do Timbu o põe na decisão, já que marcou um gol fora de casa.
Na outra semifinal, o Santa Cruz saiu na frente e precisou apenas de três minutos para marcar os dois gols do triunfo de 2 a 1 sobre o Porto, em Caruaru. A equipe do interior diminuiu na segunda etapa. No jogo de volta, o time coral ganhou boa vantagem, por ter vencido fora e marcado dois gols. Poderá atér perder por 1 a 0 que se classifica para a decisão.

Leão superior
Já no primeiro tempo o Sport mostrou superioridade. O Náutico parecia se preocupar em sair da Ilha do Retiro com o empate. Desde o início, o Timbu deixou claro que não ia se arriscar muito. No máximo, aproveitar os espaços deixados pelo Leão para tentar resolver no contra-ataque. E, durante os primeiros 45 minutos, só criou duas chances de gol, esbarrando no bom goleiro Magrão.
Em casa, o Leão assumiu a obrigação da vitória. Aos 25 minutos, aconteceu o lance mais bonito da partida, até então. Wellington Saci fez boa jogada e tocou para Daniel Paulista, que bateu com perigo. Glédson voou e mandou para escanteio.
O bom momento do Sport acabou traduzido em gol no minuto seguinte. Após boa tabelinha com Saci, Carlinhos Bala cruzou na medida para Bruno Minieiro, à meia altura, mandar para o fundo das redes.
A equipe rubro-negra seguiu criando mais chances e ampliou o placar no fim do primeiro tempo, aos 46 minutos. Dessa vez, num contra-ataque mortal de Saci para Carlinhos Bala. Ele cruzou para Marcelinho Paraíba concluir, de direita.
No segundo tempo, o Náutico bem que teve boa chance de diminuir, com Bruno Meneghel, em grande defesa de Magrão. Pouco depois, o Timbu obteve sucesso. Em bola cruzada pela esquerda por Aírton, Rogério, de cabeça, marcou o seu aos 36. Mas, no fim da partida, aos 43, Carlinhos Bala conseguiu o impossível. Ganhou uma jogada pelo alto e tocou de cabeça para Ciro, que sacramentou a vitória: 3 a 1.

Santa Cruz bate o Porto
Na outra semifinal, o ponteiro nem marcava um minuto quando o Santa Cruz saiu na frente. Eram 45 segundos quando Thiago Mathias abriu o placar, surpreendendo o Porto. E, aos três minutos, o segundo golpe: Renatinho já ampliava o placar para o Santa. Os dois gols logo no início foram um baque para o Porto, que aos poucos até ensaiou uma reação, mas deixou o primeiro tempo sem conseguir diminuir o prejuízo da desatenção inicial.
Na segunda etapa, o Porto partiu para cima, e aos 15 minutos diminuiu com Paulista, artillheiro do campeonato, com 14 gols, após concluir sobra de jogada individual de Douglas. Daí em diante, deu sufocou o time coral, que segurou a vitória.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/campeonatos-estaduais/campeonato-pernambucano/noticia/2011/04/nautico-nao-consegue-conter-sport-que-luta-para-tambem-ser-hexa-3-1.html

Coritiba bate o maior rival, garante bi estadual e recorde de vitórias

CAMPEONATO PARANAENSE DE FUTEBOL 2011


Coxa derrota o Furacão por 3 a 0, conquista título paranaense por antecipação e iguala marca de 21 vitórias seguidas do Palmeiras



Por Luciano Balarotti Curitiba

Bill gol Coritiba (Foto: Ag. Estado)Bill foi decisivo para conquista com dois gols
(Foto: Ag. Estado)

Pressionado no início do jogo, o Coritiba fez história, na tarde deste domingo, ao vencer o Atlético-PR, por 3 a 0, em plena Arena da Baixada, sagrando-se bicampeão estadual. Com o resultado, além do título, o Coxa igualou o recorde nacional de vitórias consecutivas. Vencedor nas últimas 21 partidas que disputou, a equipe paranaense empatou com o Palmeiras, que atingiu esta marca em 1996.
A dupla conquista no estádio do maior rival coroa a campanha quase perfeita do Coritiba em 2011. Ao longo do ano, contando o Campeonato Paranaense e a Copa do Brasil, o time venceu 24 partidas e empatou outras duas, permanecendo invicto.
Como já havia conquistado o primeiro turno da competição, o Coxa garantiu o título antecipado ao vencer também o returno. A uma rodada do encerramento desta segunda fase, o time tem oito pontos de vantagem sobre o Atlético, o vice-líder, e não pode mais ser alcançado. Como venceu os dois turnos, eliminou a necessidade da final do campeonato.
Com a taça estadual em suas mãos, o Coxa volta a jogar na quinta-feira, às 19h30m, contra o Caxias-RS, fora de casa. Partida em que pode até perder por três gols de diferença para garantir vaga nas quartas de final da Copa do Brasil, diante do Palmeiras.
O Atlético, já classificado para a mesma fase da competição nacional, terá a semana livre para treinar para o último compromisso pelo estadual, contra o Rio Branco, em Paranaguá.

Pressão atleticana, expulsão e gols do Coxa no primeiro tempo
O jogo começou bastante movimentado, com o Atlético tomando a iniciativa e partindo para o abafa. As primeiras chances de cada time foram com Paulo Baier e Bill, mas ambos estavam impedidos nas jogadas. Robston teve chance aos seis minutos, mas chutou muito por cima após cobrança de escanteio.
Com sete minutos, Manoel deu uma cotovelada em Bill e foi expulso, deixando o Furacão com um a menos já no início do jogo.
Mesmo com a desvantagem numérica, o Atlético quase abriu o marcador aos dez minutos, em centro rasteiro de Paulinho, que cruzou toda a pequena área sem que nenhum atacante a alcançasse.
Aos 12, Paulo Baier bateu falta próxima ao bico da área, por cima do gol. Cinco minutos depois, o meia repetiu o lance, batendo um pouco mais perto do travessão, mas sem maior perigo para Edson Bastos. Neste momento, Branquinho já havia pendurado Léo Gago e Jonas com cartões amarelos.

Com o Furacão partindo para cima e o Coxa armado para contra-atacar, o gol parecia ser questão de tempo. Davi quase marcou aos 18, em chute de longe que passou rente ao travessão. No lance seguinte, Branquinho recebeu dentro da área e concluiu com perigo, à direita de Edson Bastos.
O jogo pegou fogo mesmo a partir dos 29 minutos. Primeiro foi Guerrón, que cabeceou colocado para boa defesa de Edson Bastos. Em seguida, Marcos Aurélio cruzou e a zaga atleticana impediu a cabeçada de Bill quase em cima da linha. Se perdeu esta chance, o artilheiro não desperdiçou a seguinte. Após cobrança de escanteio, Pereira cabeceou no ângulo, Renan Rocha fez excelente defesa, mas a bola sobrou para Bill marcar, com um leve toque de cabeça, aos 31 minutos.
O Coxa quase definiu a partida quatro minutos depois, em cruzamento de Marcos Aurélio que Davi bateu de sem-pulo, exigindo mais uma boa intervenção de Renan Rocha. Marcos Aurélio deixou o campo contundido antes de ver seu time abrir dois gols de vantagem. Folga que veio em chute de longe, até despretensioso de Bill, que bateu no pé da trave esquerda do goleiro atleticano antes de balançar a rede. Era o prenúncio do bicampeonato alviverde, aos 44 minutos.

Segundo tempo para cumprir tabela
Com o jogo e o campeonato praticamente decididos, o Atlético voltou para a etapa final com Jenison e Lucas nas vagas de Branquinho e Guerrón. E criou a primeira chance de gol, em chute de Paulinho que passou à esquerda de Edson Bastos, aos oito minutos. Paulo Baier teve boa oportunidade em falta próxima à área, mas bateu na barreira.
Sempre no contra-ataque, o Coxa quase chegou ao terceiro gol aos 14. Mas Rafinha tentou servir Bill, em vez de encobrir Renan Rocha, e viu o atacante dar uma joelhada na bola, batendo para fora com o gol livre à sua frente.
Adaílton e Paulo Baier, em lances muito parecidos, só que em lados contrários da área alviverde, ameaçaram Edson Bastos. Aos 17 minutos, o atacante tabelou com Lucas, pela direita, mas pegou mal na bola na hora de concluir. Aos 20, foi o meia que trocou passes pela esquerda com o mesmo Lucas antes de bater cruzado, rente à trave.
Lucas teve boa chance aos 28 minutos, mas parou em Edson Bastos. Que trabalhou novamente aos 34, em chute cruzado de Madson após boa jogada individual pela esquerda. Neste momento, parte da torcida atleticana já deixava a Arena. E o Coxa procurava valorizar a posse de bola, trocando passes e esperando o tempo passar.
Parecia que nada mais aconteceria, até Leonardo receber ótimo lançamento do goleiro Edson Bastos antes de encobrir, com um toque de classe, o goleiro Renan Rocha, marcando o terceiro, aos 42 minutos.

atlético-pr 0 x 3 Coritiba
Renan Rocha; Fransérgio, Manoel, Rafael Santos e Paulinho; Deivid, Robston (Madson), Branquinho (Jenison) e Paulo Baier; Adaílton e Guerrón (Lucas). Edson Bastos; Jonas, Pereira, Emerson e Lucas Mendes; Leandro Donizete (Willian), Léo Gago (Leonardo), Rafinha e Davi; Marcos Aurélio (Tcheco) e Bill.
Técnico: Adilson Batista. Técnico: Marcelo Oliveira.
Gols: Bill, aos 31 e aos 44 minutos do primeiro tempo; Leonardo, aos 42 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rafael Santos (Atlético); Léo Gago, Jonas, Leandro Donizete, Lucas Mendes  (Coritiba).
Cartão vermelho: Manoel (Atlético).
Data: 24/04/2011. Local: Arena da Baixada, em Curitiba.
Árbitro: Evandro Rogério Roman, auxiliado por Gilson Bento Coutinho e José Amilton Pontarolo.
Público total: 19.132. Público pagante: 17.501. Renda: R$ 354.960,00.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/pr/campeonato-paranaense/noticia/2011/04/coritiba-bate-maior-rival-garante-bi-estadual-e-recorde-de-vitorias.html