segunda-feira, 28 de julho de 2014

Em jogo sem torcida, Fluminense domina o Atlético-PR e vence: 3 a 0

Jean, Conca e Cícero marcam e ajudam o time carioca a pular para a terceira posição do Campeonato Brasileiro. Apático, Furacão cai 


 A CRÔNICA


por GloboEsporte.com


Posse de bola, troca de passes curtos, gols. E não importa se Cristóvão Borges sacrificou Walter para ter mais um volante no time. O Fluminense, com Valencia como titular e mais marcação no meio, jogou bem e venceu o Atlético-PR por 3 a 0 na Arena da Baixada, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nenhum atleticano teve oportunidade de criticar ou vaiar a atuação da equipe neste domingo. Punidos pelo STJD, os paranaenses jogaram com portões fechados. Foi possível, então, ouvir a vibração de Jean, Conca e Cícero com os gols marcados.




O Tricolor carioca chegou aos 22 pontos, na terceira posição, enquanto o Furacão se mantém com 19, agora na 10ª colocação. Lá se vão cinco anos sem saber o que é perder para o Furacão. Agora, com um detalhe a mais: os tricolores têm mais vitórias que o adversário em confrontos na Arena da Baixada na história: cinco a quatro, com mais quatro empates. O clube construiu essa vantagem neste domingo com uma receita simples: ficar com a bola a maior parte do tempo. No fim sofreu pressão, e deu chance a Diego Cavalieri de se destacar também com uma bonita defesa.

Cristóvão Borges terá uma semana pela frente para pensar em como vai encaixar Fred no seu esquema. O atacante voltou da folga de dez dias após a Copa do Mundo e deve ter condições de atuar no próximo fim de semana, contra o Goiás, às 18h30, no Maracanã. Terá ainda que avalliar as condições de Henrique, com problema no joelho, e Rafael Sobis, que deixou o campo com dores no ombro. O Atlético-PR, como disse Otávio na saída de campo, precisará trabalhar nos próximos dias para corrigir os erros para o jogo contra o Atlético-MG, no mesmo horário, no Independência.


Jean comemoração jogo Atlético-PR x Fluminense (Foto: Heuler Andrey / Getty Images)
Jogadores do Fluminense comemoram 
na Arena da Baixada (Foto: Heuler 
Andrey / Getty Images)

Domínio total do Tricolor
Antes do apito final, os jogadores do Fluminense evitaram falar sobre vantagem com a ausência da torcida rubro-negra. Wagner deixou claro que "futebol é em campo". E foi em campo que eles mostraram que a vantagem é conseguir botar a bola no chão e jogar, como pedia Cristóvão. Com mais posse, dominaram o primeiro tempo. Jean acertou um bonito chute, e Rafael Sobis trombou com Weverton na área, no pênalti marcado e convertido por Conca para construir boa vantagem.

O Atlético-PR parecia atordoado, e a situação não melhorou no segundo tempo. Não armava, não criava jogadas. Tentava algumas bolas levantadas - foram 16 ao todo -, geralmente cortadas pela defesa. Piorou quando Conca cruzou na medida para Cícero ampliar. No fim, o Fluminense começou a errar passes bobos. O Furacão poderia ter aproveitado. Mas parou em uma bonita defesa de Diego Cavalieri. Por mais que tentasse, o dia era do futebol bonito apresentado pelos cariocas.





FONTE:

Pacotão do Dérbi: clássico na Arena tem dúvida, gols, confusão e "quebra"

Pelo Corinthians, Guerrero e Petros marcam. Jogadores se desentendem em campo, e torcida do Palmeiras destrói várias cadeiras do setor de visitantes


Por São Paulo
O Corinthians venceu o Palmeiras por 2 a 0 no primeiro Dérbi na Arena Corinthians, com um primeiro tempo sem muita emoção, e uma segunda etapa para lá de quente. Guerrero deu um susto na torcida ao sentir dores musculares, mas se recuperou e abriu o placar. Petros aumentou, marcando o primeiro gol com a camisa do Timão. Wendel e Guerrero chegaram a se estranhar e iniciaram uma confusão generalizada. Torcida do Verdão quebra cadeiras da casa do rival. Confira o que rolou de mais importante no clássico.
mão na bola ou bola na mão?

Logo aos quatro minutos do primeiro tempo, um lance gerou dúvida em quem estava no estádio. Fábio Santos cruzou na área, e a bola atingiu o braço de Renato. O árbitro Sandro Meira Ricci entendeu que não houve intenção do jogador palmeirense de desviar a bola e mandou o jogo seguir.


vez do artilheiro

O Corinthians voltou para o segundo tempo ainda mais elétrico, e Guerrero abriu o placar logo aos cinco minutos. Ele recebeu uma bola de Elias, dominou e bateu no canto esquerdo do goleiro Fabio.

fechou o tempo

O Palmeiras ficou ainda mais tenso ao levar o primeiro gol, e tentou correr atrás do empate de qualquer jeito. Guerrero se aproveitou do nervosismo do adversário e em um lance na lateral, segurou a bola, impedindo que Wendel chegasse nela. O volante do Palmeiras foi mais duro no desarme, e os dois se estranharam. O desentendimento virou uma confusão generalizada, pois os jogadores das duas equipes se aproximaram e aumentaram o problema. Elias, pelo Corinthians, e Felipe Menezes e Wesley, pelo Palmeiras, eram os mais exaltados. O árbitro conseguiu controlar a situação e deu cartão amarelo para Wendel e Guerrero. O atacante corintiano estava pendurado, e agora não enfrenta o Coritiba, no próximo domingo, no Couto Pereira.
mais um gol

O Palmeiras bem que tentou chegar ao empate, mas não conseguia finalizar com eficiência e esbarrava na boa marcação do Corinthians. O time da casa, com maior domínio, chegou ao segundo gol já nos acréscimos, aos 46. Elias, mais uma vez, apareceu sozinho na entrada da área e esperou a hora certa para tocar para Petros, que tocou cruzado e rasteiro. A bola bateu na trave, nas costas do goleiro Fabio e entrou. Foi o primeiro gol de Petros com a camisa do Corinthians.


quebradeira

A torcida do Palmeiras quebrou várias cadeiras do setor de visitantes da Arena Corinthians. Alguns torcedores, durante os atos de vandalismo, chegaram a dizer para colocar o gasto "na conta do Nobre". A citação ao presidente alviverde se dá porque, antes do clássico, o Corinthians já havia avisado que os prejuízos


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2014/07/pacotao-do-derbi-classico-na-arena-tem-duvida-gols-confusao-e-quebra.html