sexta-feira, 8 de abril de 2011

Masters 1.000 de Madri terá troféu feito de ouro e diamantes

08/04/2011 09h45 - Atualizado em 08/04/2011 09h45

Masters 1.000 de Madri terá troféu feito de ouro e diamantes

Peça tem coluna com 32 raquetes em forma espiral com nomes dos principais ganhadores de Grand Slams. Vencedor levará réplica de prata para casa

Por GLOBOESPORTE.COM Madri

troféu do aberto de Madrid com ouro e diamantes (Foto: Reprodução / AS.com)Iton Tiriac posa com o troféu do torneio, feito de ouro
e diamantes (Foto: Reprodução / AS.com)

O vencedor do Masters 1.000 de Madri, que acontece de 1º a 8 de maio, levantará, na Caixa Mágica, um troféu feito com ouro e diamantes assinado pelo joalheiro suíço Roland Iten. As informações são do jornal espanhol "As".

A peça é composta por uma coluna com 32 pequenas raquetes presas em forma de espiral. Cada uma delas tem gravado o nome de um grande atleta da história do esporte. Margaret Smith e Steffi Graff, vencedoras de 24 e 22 Grand Slams, respectivamente, são algumas representantes da “velha guarda”. Entre os atuais tenistas de ponta, aparecem os nomes de Roger Federer, Rafael Nadal e das irmãs Williams.

- Há muito tempo queríamos criar um troféu exclusivo, que só se visse no nosso torneio. O Masters de Madri é diferente dos outros torneios em muitos aspectos e precisava também que o troféu que o ganhador vai levantar fosse diferente. Eles poderão levar para casa uma réplica deste feita de prata – disse o assessor do Torneio Ion Tiriac, ex-tenista que também tem o nome gravado na peça.

A joia ficará exposta ao público, em uma joalheria da capital espanhola, até o início da competição.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/2011/04/masters-1000-de-madri-tera-trofeu-feito-de-ouro-e-diamantes.html

Avesso ao perfil psicólogo, Muricy quer profissional para cuidar do Peixe

Treinador afirma que não gosta de pilhar atletas e pede psicólogo do esporte. Ele também planeja palestras sobre arbitragem para os jogadores

Por Adilson Barros e Julyana Travaglia Santos, SP

muricy ramalho santos  entrevista coletiva (Foto: Marcos Ribolli/ GLOBOESPORTE.COM)Muricy quer profissional para cuidar da cabeça dos
atletas (Marcos Ribolli/ GLOBOESPORTE.COM)

Nos outros clubes pelos quais passou, Muricy Ramalho sempre deixou claro que seu perfil não era o de psicólogo. Adepto do "Aqui é trabalho, meu filho", o treinador do Santos afirmou que seguirá essa linha de pensamento na Vila Belmiro. Nada de apelar para o emocional antes de uma partida ou pilhar os atletas para conseguir o resultado. Na cartilha do novo treinador alvinegro, essa é a função de alguém especialista no assunto. Alguém que ele quer ter por perto para ajudá-lo a controlar os jogadores, principalmente os mais jovens.
- De vez em quando dou palestras e falo sobre motivação. Mas é um absurdo um jogador do Santos, com essa estrutura toda, essa torcida, ter alguém para motivar o cara. Por isso não acredito nessas palestras motivacionais. Aí você põe pilha no cara e ele esquece tudo o que treinou. Não gosto de bilhetinho no travesseiro, dizer que é o melhor do mundo, aquelas mentiras que outros treinadores falam. Não tem vídeo com o filhinho ou com a avó, não existe isso. Tem é de estar bem informado - disse Muricy.
O treinador ressaltou, porém, que acredita na psicologia do esporte, "que é a pessoa que conhece e sabe lidar com o atleta". Muricy faz questão de ter um profissional assim na comissão técnica, no trabalho do dia a dia, para conversas reservadas com os atletas.
- É feito um trabalho individual com cada um, uma pessoa que não apareça, que dê poucas entrevistas. São pessoas que têm esse nível e vamos buscar para que ajude o técnico a lidar com o atleta. Só para ajudar quando precisar de uma palavra ou conversa - explicou o treinador.
Conhecido por se preocupar com a disciplina dos seus atletas, Muricy também comentou sobre os cartões vermelhos que Neymar, Zé Eduardo e Elano receberam na vitória sobre o Colo Colo, na última quarta-feira - os três estão fora do confronto com o Cerro Porteño, marcado para quinta-feira, no Paraguai. Para resolver essa questão, o treinador pretende programar conversas com árbitros para que o time não sofra com as baixas inesperadas.
- Em todos os times que dirijo, sempre tem na pré-temporada uma aula de arbitragem aos jogadores. É bom porque mudam algumas coisas, é um trabalho importante. Libertadores é difícil porque o árbitro brasileiro é diferente do uruguaio ou paraguaio. Mas, como técnico, tenho a obrigação de passar como é a arbitragem. Se possível, seria importante trazer esse pessoal.
muricy ramalho santos  treino (Foto: Marcos Ribolli/ GLOBOESPORTE.COM)O lateral-direito Jonathan se apresentou a Muricy durante treino (Foto: Marcos Ribolli/ GLOBOESPORTE.COM)

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