sábado, 27 de setembro de 2014

Balothalles dança e comanda vitória do Vasco sobre o líder Joinville: 2 a 0

Com força e técnica, atacante inicia jogada do primeiro gol, depois fecha o placar e embala a torcida em São Januário com dancinha


 A CRÔNICA


por GloboEsporte.com


Parecia jogo de líder contra o lanterna, mas o time que entrou em campo defendendo a primeira colocação foi exatamente aquele que atuou sem a menor pretensão de sair com três pontos. Na briga não apenas para se firmar no G-4, mas também na busca pela ponta, o Vasco não teve qualquer dificuldade para superar o Joinville por 2 a 0 na noite desta sexta-feira, em São Januário – Dakson e Thalles marcaram os gols. O atacante, aliás, teve participação crucial no primeiro gol.


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Com a vitória, o Cruz-Maltino chegou aos mesmos 47 pontos dos catarinenses, que dormem no lugar mais alto da tabela porque têm mais vitórias (14 contra 12). No entanto, Ponte Preta e Avaí, que entram em campo neste sábado, no complemento da 26ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, podem ultrapassar as duas equipes.

Thalles comemora gol do Vasco contra o Joinville (Foto: Marcos Tristão / Agência O Globo)
Thalles passa as mãos no rosto na 
dancinha após o gol (Foto: 
Marcos Tristão / Agência 
O Globo)


Em noite apagada, Douglas foi quem mais errou passes no jogo: 10. Mesmo assim, ao ser substituído por Lucas Crispim aos 44 minutos do segundo tempo, o camisa 10 vascaíno foi muito aplaudido – 7.151 torcedores pagaram ingresso, gerando uma renda de R$ 109.880 (o público presente foi 7.917). Sem Jael, vice-artilheiro da Série B com 12 gols, o JEC finalizou apenas cinco vezes, contra 17 do Vasco.

Os cruz-maltinos voltam a campo na próxima sexta-feira, novamente em casa, contra o Bragantino, às 21h (de Brasília). No sábado e no mesmo horário, o JEC torna a jogar na condição de visitante, desta vez contra o América-RN, na Arena das Dunas.


Sem fazer força, Vasco bem melhor

Embora não tenha sobrado no quesito posse de bola (54%), o Vasco foi senhor das ações num primeiro tempo tecnicamente fraco. Foi o único que procurou o gol e acabou premiado aos 22 minutos: Thalles aliou força e técnica, segurando bem a bola diante de dois adversários antes de rolar para Diego Renan, que cruzou para o meio da área. Dakson apareceu como elemento surpresa e emendou para abrir o placar. A despeito da superioridade do anfitrião, foi o único lance relevante dos 45 minutos iniciais.

Dança de Balothalles é o molho do segundo tempo
Tão desinteressante quanto o primeiro, o segundo tempo e se desenvolveu de forma semelhante: só deu Vasco, mesmo um futebol vistoso. O Joinville, que só finalizara duas vezes na primeira etapa, deu apenas um chute a mais contra o gol de Martín Silva. Os donos da casa arremataram muito – superaram o quádruplo do número de tiros (17) realizados no primeiro tempo (quatro) – e novamente chegaram às redes. Thalles decidiu o jogo aos 12 minutos, completando de cabeça um ótimo cruzamento de Marlon. Depois, utilizou-se de dança engraçada para comemorar na cena mais diferente da noite. Uma atuação pouco vistosa, mas segura e tranquila da equipe carioca.




FONTE:

Saque forçado é arma do Brasil para vencer “jogo tenso” contra a Turquia

Depois de três vitórias tranquilas contra Bulgária, Camarões e Canadá, seleção brasileira espera por um confronto difícil contra a última equipe que a superou


Por Direto de Trieste, Itália

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De um lado, a talentosa seleção bicampeã olímpica. De outro, uma equipe de jogadas altas e precisando de uma vitória. O duelo entre Brasil e Turquia pelo Mundial feminino, neste sábado, em Trieste, na Itália, promete ser o mais difícil e tenso das brasileiras até agora. Mesmo já classificado para a próxima fase da competição, o time do técnico José Roberto Guimarães quer se manter no topo do grupo B. Para isso, espera que suas jogadoras forcem o saque e mantenham a calma. A partida será às 15h (de Brasília), no Palatrieste, com transmissão ao vivo do SporTV e cobertura em Tempo Real do GloboEsporte.com. Os assinantes do Canal Campeão também podem acompanhar os lances pelo SporTV Play.

Mundial de vôlei feminino - treino do Brasil na Itália (Foto: Lydia Gismondi)
Seleção feminina conversa na véspera 
do confronto com a Turquia 
(Foto: Lydia Gismondi)


O quarto jogo do Brasil na primeira fase da competição é considerado o mais difícil até agora. Nos confrontos contra Bulgária, Camarões e Canadá, o time venceu com tranquilidade, todos por 3 sets a 0. A Turquia, no entanto, promete pressionar mais. No Grand Prix deste ano, as turcas surpreenderam e conseguiram uma vitória por 3 a 2. 

- Acho que vai ser bastante tenso. Acho que precisamos tentar o máximo possível manter a calma para que não mude isso que estamos vivendo hoje. 

Vejo um time bastante concentrado, tranquilo, treinando bem. Nessa situação, é melhor tentar segurar o clima do jogo. Sei que vai ser tenso, vai ser difícil porque a Turquia está em uma situação um pouco mais complicada do que a gente. É a salvação para elas. Então, elas vão querer entrar para ganhar – comentou Zé Roberto.

Mundial de vôlei feminino - treino do Brasil na Itália (Foto: Lydia Gismondi)
Brasileiras treinam jogadas de bolas 
altas das turcas 
(Foto: Lydia Gismondi)


Na parte técnica, a principal preocupação é com as bolas altas pelas pontas. Segundo o treinador, o Brasil tem mais dificuldades de jogar contra equipes que tem esse perfil. Por isso, a seleção treinou exaustivamente as possíveis jogadas das turcas no duelo deste sábado. O saque forçado e o posicionamento do bloqueio precisam funcionar para que o Brasil leve a melhor.

- As duas jogadoras de ponta e a oposto na saída de rede são os pontos fortes. As duas centrais estão mais para bloquear do que para atacar. O que vai determinar muito esse jogo é o saque. O nosso saque vai ser fundamental. Nós fizemos isso muito mal no Grand Prix, e elas fizeram muito bem. Nosso time nunca tinha tomado tantos aces, foram oito. Para o nosso time, é muito. Então, a gente espera que o nosso saque entre melhor, que o bloqueio toque mais bolas e que a gente consiga contra-atacar melhor - disse o treinador.


O Brasil deve atuar com o time titular: Sh


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