terça-feira, 9 de outubro de 2012

Marcos Rocha se encanta com Ronaldinho: 'Rimos dentro de campo'


R49 deu show, desequilibrou e conduziu o Galo à goleada sobre o Figueira, para alegria dos seus companheiros, que ainda sonham com o título

Por GLOBOESPORTE.COM Belo Horizonte

Marcos Rocha, lateral do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)Marcos Rocha elogia atuação de Ronaldinho
(Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)

Após atravessar um momento complicado no segundo turno do Campeonato Brasileiro, o Atlético-MG voltou a vencer. E foi em grande estilo. O placar de 6 a 0 sobre o Figueirense voltou a animar jogadores e torcida na luta pelo título da competição.

Na partida, o grande destaque do Galo foi Ronaldinho Gaúcho, que só não fez chover. Os três gols e as duas assistências não só deliciaram os torcedores, como também contagiaram os companheiros, como aconteceu com o lateral-direito Marcos Rocha. O jogador falou sobre a mudança no astral da equipe, causada pela atuação excepcional do craque atleticano. Confiante, o jogador acredita que Ronaldinho poderá ser a peça-chave para a conquista do título.

- Rimos dentro de campo, por conta da atuação dele. Ainda não tínhamos visto um jogo tão bom do Ronaldinho no Atlético-MG. Por todos os problemas familiares que ele enfrentou, foi de tirar o chapéu superar tudo e dar um show como ele fez. Ele é indiscutível. É um jogador que pode desequilibrar e nos dar o título.

Antes da partida contra o Figueira, Ronaldinho enfrentou um drama, que foi a morte do padrasto. Mesmo com a dor da perda, o craque não abandonou os colegas de Atlético-MG, foi para o jogo e contagiou o restante do time, que fez de tudo para retribuir, como contou Marcos Rocha.

- Era um momento em que ele poderia ter pedido para ser retirado da convocação e viajar, para ficar ao lado dos familiares. Mas ele optou por ficar aqui e nos ajudar na partida. Só poderíamos retribuir com uma grande partida. Até brincamos com ele, antes do jogo, que ele não precisava se preocupar com a marcação, que poderia ficar à vontade, que carregaríamos o piano por ele. E ele deu aquele espetáculo.

Cavalo paraguaio?
Com as três partidas sem vencer, antes de enfrentar o Figueirense, e a consequente perda da liderança para o Fluminense, além  das dificuldades em apresentar o mesmo bom futebol no segundo turno, muito se falou que o Atlético-MG era um “cavalo paraguaio”. Torcida, imprensa e até mesmo os jogadores passaram a desconfiar do potencial da equipe atleticana. No entanto, para Marcos Rocha, a grande atuação diante do Figueira espantou as dúvidas.

- Vencemos a desconfiança sobre o time, que até nós mesmos demonstrávamos. Chegou um ponto em que nos questionamos se realmente éramos um grande time e se tínhamos condições de voltar a jogar bem. Esse jogo veio para demonstrar que o Atlético-MG não é um “cavalo paraguaio”. Sabemos que o Fluminense vive um ótimo momento, mas torcemos por um tropeço deles para depois termos a chance de resolver no confronto de seis pontos, em casa.

Para confirmar que o Atlético-MG não é mesmo “cavalo paraguaio” e que as vitórias retornaram, o Galo enfrentará, nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), o Internacional, no Beira-Rio.
 
FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2012/10/marcos-rocha-se-encanta-com-ronaldinho-rimos-dentro-de-campo.html

Sem emprego no Brasil, Carol Gattaz vai jogar no Azerbaijão


Central ficou sem clube com o fim do time feminino do Vôlei Futuro e agora vai defender o Igtisadchi

Por GLOBOESPORTE.COM Araçatuba, SP

Carol Gattaz, do Vôlei Futuro (Foto: Préu Leão / Ideale Comunicação)Carol Gattaz jogou um ano em Araçatuba
(Foto: Préu Leão / Ideale Comunicação)

Sem emprego no vôlei brasileiro desde o fim do time feminino do Vôlei Futuro, a central Carol Gattaz acertou contrato de um ano com o Igtisadchi Volleyball Team, do Azerbaijão. Ela fica no clube até maio de 2013 e deve disputar a liga local e a Copa Europeia.

Na última temporada, o clube contou com os serviços da levantadora Fernandinha, campeã olímpica com a seleção brasileira em Londres e que voltou ao Brasil nesta temporada para defender o Campinas, e a ponteira Érika, que defendeu a seleção medalha de bronze em Sydney-2000, e agora está na Polônia.

- Fiquei muito feliz de ter recebido essa proposta. Já estava quase acertando com um time aqui no Brasil quando recebi a notícia. Fiquei muito satisfeita, pois além de ser financeiramente muito bom, o campeonato do Azerbaijão é um dos melhores do mundo atualmente. Vou ter contato com jogadoras estrangeiras, com diferentes escolas do voleibol e espero ter uma experiência muito positiva, pois nunca visitei países do Oriente Médio - afirmou a central.

Carol Gattaz, de 31 anos, defendeu o Vôlei Futuro na última temporada, na qual a equpe foi eliminada pelo Rio nas semifinais. No currículo, ela tem três títulos da Superliga, com o Osasco, em 2005, e o Rio, em 2009 e 2011, e cinco títulos do Grand Prix com a seleção, mas ficou de fora das duas campanhas vitoriosas em Olimpíadas. Neste ano, ela comentou os Jogos de Londres pelo SPORTV, mas disse que ainda era cedo para pensar em deixar as quadras.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/sp/sorocaba/noticia/2012/10/sem-emprego-no-brasil-carol-gattaz-vai-jogar-no-azerbaijao.html