segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

REVISTA REVISTA BRASIL 247



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EDIÇÃO #130
10 DE FEVEREIRO DE 2017



Edição #130


Uma das mais carismáticas apresentadoras do "Fantástico", Doris Giesse revela ao jornalista Alex Solnik como a Globo manipula a opinião pública para impor ao país ou destruir pessoas e ideias que a família Marinho deseja, como ocorreu no episódio do impeachment de Dilma; ela afirma que Aécio Neves, com quem conviveu em 1985, é a pessoa errada no lugar errado e não mudou nada de lá para cá: "O talento dele é o blábláblá e não ser o herdeiro de Tancredo. Ele é o playboyzinho do Brasil, um papagaio de pirata"; Doris também conta como foi usada para ajudar a eleger o Collor e a diferença de tratamento entre os dois candidatos que disputaram o segundo turno em 1989; para ela, "o Brasil continua sendo uma colônia"; "A gente não é guiado por nada que é genuinamente nacional. Isso está na cara. Só não vê quem não quer"

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TEMER RELATIVIZOU A MORALIDADE, DIZ PROCURADORA DO MPF



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http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/280115/Temer-relativizou-a-moralidade-diz-procuradora-do-MPF.htm





A procuradora do Ministério Público Federal no Rio Monique Cheker criticou o discurso de Michel Temer nesta segunda-feira, 13, que afirmou que se algum de seus ministros vier a ser denunciado pela procuradoria-geral da República, serão afastados provisoriamente; e se virarem réus, a exoneração será definitiva; "Quer dizer: se praticar fato escabroso, inclusive em flagrante, mas não houver denúncia, manterá a pessoa no cargo?", questionou a procuradora Monique Cheker em sua conta no Twitter. "Relativizou a moralidade", acrescentou

Rio 247 - A procuradora da República no Rio de Janeiro Monique Cheker criticou o discurso de Michel Temer nesta segunda-feira, 13, que afirmou que se algum de seus ministros vier a ser denunciado pela procuradoria-geral da República, serão afastados provisoriamente. E se virarem réus, a exoneração será definitiva (leia mais). 
"Quer dizer: se praticar fato escabroso, inclusive em flagrante, mas não houver denúncia, manterá a pessoa no cargo?", questionou a procuradora Monique Cheker em sua conta no Twitter. "Relativizou a moralidade", acrescentou. 
Com a decisão, Temer deu à Procuradoria-Geral da República o poder de escolher quem fica ou não em seu ministério. É que cabe exclusivamente à PGR, como titular da ação penal, a decisão de encerrar investigações e transformar um inquérito em denúncia. Já a decisão de transformar a denúncia em ação penal cabe ao Supremo, mas até lá o ministro já estará afastado, ainda que provisoriamente.