terça-feira, 5 de abril de 2011

Após vice em Miami, Nadal já pensa no saibro de Monte Carlo e se diz pronto

TÊNIS INTERNACIONAL


Número um do mundo, Rafael Nadal ainda não conquistou títulos neste ano. Vice-campeão nos Masters 1000 de Indian Wells e Miami, o espanhol se disse contente com seu desempenho na quadra rápida e espera defender seus pontos no saibro, começando pelo Masters de Monte Carlo, a partir do dia 10 de abril.

"Aprendemos com tudo e, apesar das derrotas, tive uma temporada fantástica no piso duro americano com duas finais, estou pronto para o saibro", afirmou Nadal, que perdeu os dois títulos para o sérvio Novak Djokovic, invicto em 2011.

Com as conquistas de Indian Wells e Miami, Djokovic assumiu de vez o posto de número dois do mundo e diminuiu pela metade a diferença para Nadal. Número um do mundo, Nadal quer defender os pontos no saibro para se manter no topo do ranking.

"Meu objetivo é ser competitivo em todos os torneios. Se for assim, terei minha chance de me manter no número um. Ele [Djokovic] ganhou dois torneios e um Grand Slam. O normal é ele ser o número um dentro de um ou dois meses, depende dos meus resultados no saibro. Com certeza ele estará lá, mas eu vou lutar. Se conseguir ir bem no saibro, vamos ver o que vai acontecer depois", avaliou Nadal.

Na temporada passada, Nadal conquistou cinco mil pontos no saibro, ao levantar os troféus de Monte Carlo, Roma, Madri e Roland Garros. Campeão de tudo no saibro em 2010, o espanhol admitiu que será difícil repetir o feito.
"Só aconteceu uma vez de ganhar tudo no saibro, muito difícil que se repita. Normalmente no piso lento eu tenho um pouco de vantagem, mas vamos ver em Monte Carlo", ponderou Nadal, que agora está focado na adaptação à terra batida.


FONTE:
http://esportes.br.msn.com/esportes/artigo-espn.aspx?cp-documentid=28244298

Geninho rasga o verbo: 'Nunca mais volto para o Atlético-PR'

Mesmo após vitória no clássico, técnico Geninho foi demitido para a chegada de Adilson Batista
A surpreendente demissão de Geninho no Atlético Paranaense encerrou a história de um raro treinador-ídolo no futebol brasileiro com o clube que o consagrou. Em seu último ato no CT do Caju, o técnico deu uma entrevista emocionada aos jornalistas, sem conseguir explicar, no entanto, os reais motivos de sua saída para a provável chegada de Adilson Batista.

"Minha passagem pelo Atlético encerrou-se. Se o Atlético precisar de mim um dia, quero deixar bem claro que não ajudarei. Gosto do Atlético, gosto de Curitiba, mas tem uma hora que você tem que dar um basta. Como profissional, nunca mais volto", desabafou o treinador, que contou ter sido comunicado da decisão logo após a vitória no clássico diante do Paraná. "Saio magoado com algumas pessoas que ajudei quando precisaram de minha ajuda", lamentou.

A procura por outro técnico sem seu conhecimento foi um dos pontos que mais magoaram Geninho, especialmente em relação ao presidente Marcos Malucelli. "Conversei com o presidente no sábado e ele não me falou nada. Mas, fui para o jogo já com a minha demissão certa e soube depois que outros profissionais já tinham sido contatados", contou.

Antes de partir, o treinador lembrou que fazia boa campanha, embora tivesse poucas chances de título estadual, além da Copa do Brasil. "Foram dez jogos, oito vitórias, um empate e uma derrota, com 83% de aproveitamento. A única equipe do Brasil com um aproveitamento melhor do que este é o Coritiba. Saio consciente de que fiz o meu trabalho. Mas, sei que nunca fui unanimidade aqui", concluiu

FONTE:
http://esportes.br.msn.com/futebol/artigo-espn.aspx?cp-documentid=28250719