segunda-feira, 28 de março de 2011

Vôlei Futuro faz valer seu mando de quadra e derrota o Macaé nas quartas

SUPERLIGA FEMININA DE VÔLEI 2010/2011

Comandado por boas atuações de Paula Pequeno e Tandara, time de Araçatuba vence por 3 sets a 0 no Ginásio Plácido Rocha

Por GLOBOESPORTE.COM Araçatuba, SP

A experiência e o apoio da torcida fizeram diferença neste domingo, no Ginásio Plácido Rocha. Contando com barulhentos torcedores e com uma boa atuação de Paula Pequeno – escolhida a melhor da partida –, o Vôlei Futuro derrotou o Macaé por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/19 e 25/20, e saiu na frente nas quartas de final da Superliga Feminina.
As equipes voltam a se enfrentar pelo jogo 2 da série melhor de três. O novo confronto será nesta quinta-feira, às 21h45m, no Ginásio Engenheiro Maurício Soares Bittencourt, em Macaé. O SporTV transmite o duelo.
– Fizemos nosso papel em casa, ganhamos de 3 a 0, foi um placar bom. Sabemos que não vai ser fácil. Acho que não tem vantagem nenhuma porque elas vão vir com tudo para cima também. Temos que fazer nosso trabalho lá, como fizemos hoje – afirmou Tandara, outro destaque da partida.
O jogo começou bastante equilibrado e seguiu assim até o segundo tempo técnico. Mas então Tandara passou a ser mais acionada por Ana Cristina e o Vôlei Futuro foi abrindo vantagem. E foi justamente em um ataque da oposta, que explodiu no bloqueio, que o time da casa fechou o set em 25/19.
O jovem time de Macaé parecia sentir a pressão do jogo e tinha dificuldades em quadra, cometendo erros. Comandado pelas craques da seleção Paula Pequeno e Fabiana, o Vôlei Futuro vencia por 8/4 no primeiro tempo técnico e foi abrindo vantagem, chegando a 16/7 no segundo. Na base da vontade, as visitantes até diminuíram a distância para quatro pontos, em 22/18, mas o time de Araçatuba venceu novamente por 25/19.
A partida voltou a ficar equilibrada no terceiro set, com as duas equipes se alternando na liderança do placar a cada ponto. Mas, outra vez o Vôlei Futuro soube ser superior no momento decisivo e abriu vantagem no fim para fechar a parcial por 25/20 e o jogo por 3 sets a 0.
– Foi melhor do que a gente podia esperar. Hoje a gente dorme feliz, pelo primeiro passo dado, mas sabe que amanhã já tem que pensar no Macaé de novo. Tem que manter o foco, os pés no chão, e colocar em prática aquilo que a gente vem trabalhando – disse Paula Pequeno.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2011/03/volei-futuro-faz-valer-mando-de-casa-e-derrota-o-macae-nas-quartas-de-final.html


Sob os gritos de Adriano, Fla empata com Madureira e se complica

CAMPEONATO CARIOCA DE FUTEBOL 2011 - 1º Turno - TAÇA RIO


Time fica em quarto lugar na Taça Rio, e Vanderlei Luxemburgo convive com chuva de ofensas após veto à contratação do Imperador

por GLOBOESPORTE.COM
A invencibilidade foi mantida a duras penas. O Madureira abriu 3 a 1 aos 17 do segundo tempo. Deivid e Thiago Neves arrancaram o empate por 3 a 3. Mas o que ficou da atuação do Flamengo neste domingo em Macaé é que a opção de Vanderlei Luxemburgo e da diretoria de esnobar Adriano trará consequências a cada resultado negativo.
Quando a derrota parecia consumada, os torcedores gritaram pelo Imperador, que acertou contrato até o fim de 2012 com o Corinthians, e pediram a saída do treinador. Mas não foi a ausência de Adriano, que está machucado e só tem condições de jogar daqui a dois meses, que causou o tropeço rubro-negro.
Mais uma vez, o time foi frágil ofensivamente, com pouca mobilidade e exagerando na previsibilidade. Desta vez, porém, ainda apareceu o componente da defesa instável. Welinton fez um gol contra constrangedor, e os atacantes do Madureira tiveram facilidade para entrar na área de Felipe.
Campeão da Taça Guanabara, o Flamengo acumula três empates seguidos na Taça Rio e segue fora da zona de classificação às semifinais. O time está em quarto lugar no Grupo A, com nove pontos. O próximo jogo será contra o Duque de Caxias, no sábado, no Engenhão. Lutando contra o rebaixamento, o Madureira está em sexto lugar no Grupo B, com quatro pontos.

Gol contra de Welinton e foguete de Léo Moura

O sexto jogo do Flamengo no Cláudio Moacyr não foi diferente dos demais. Time adversário recuado, dificuldade na armação e reação inicial fria da torcida, longe do “caldeirãozinho” propagado por Vanderlei Luxemburgo para defender os jogos em Macaé, a 200km de distância da capital.
A atuação do Flamengo também não ajudou. Mesmo com as voltas de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves, o time seguiu burocrático, sem movimentação e pecando pela falta de fundamentos de alguns jogadores. Wanderley, por exemplo: apesar de esforçado, vibrante e dos cinco gols no ano, o atacante se enrolou com a bola em diversos lances.
Pode parecer pouco crível, mas a primeira boa chance do jogo só aconteceu aos 33 minutos. Léo Moura levantou da direita, Thiago Neves subiu e cabeceou para fora.
A síntese da atuação desastrosa do Flamengo aconteceu no lance seguinte, aos 34. Abedi cruzou da esquerda, e a bola cairia mansamente nas mãos de Felipe. Porém, afobado, Welinton resolveu cortar. Pegou mal na bola e acertou o ângulo direito. Constrangedor a ponto de os jogadores do Madureira nem comemorarem direito o gol.
- Bateu na canela e entrou. Não foi o primeiro da carreira - disse o zagueiro, que encarou o lance com bom humor.
Em desvantagem, o Rubro-Negro foi para o abafa. Aos 42, Wanderley rolou e Léo Moura chutou forte, no alto, para empatar. Foi o primeiro gol dele em 2011.

"Ah, é Adriano" desnorteia Luxa e comissão técnica
No intervalo, Vanderlei tirou o estreante Lorran, que até teve boa movimentação pela esquerda, e colocou Diego Maurício. Aos quatro minutos, Drogbinha driblou um zagueiro, chutou forte e Cleber teve dificuldade para espalmar.
O Madureira ficou novamente em vantagem aos 11. Michel recebeu de Abedi, driblou Galhardo e Welinton com facilidade e tocou rasteiro no canto direito.
A torcida se irritou, e aos 17 minutos o fantasma se materializou. O estádio inteiro começou a pedir em coro por Adriano. A situação piorou. Aos 18, o Madureira fez o terceiro. A defesa esburacada do Flamengo deu espaço, e Baiano tocou na saída de Felipe.
Ronaldinho tentou diminuir cobrando falta. Cleber espalmou. Enquanto o estádio criticava Luxemburgo, a Polícia Militar tomou precauções. Quase uma dezena de homens ficou posicionada atrás do banco de reservas.
Diego Maurício, aos 27, recebeu de Thiago Neves na esquerda, cruzou à meia altura e Deivid empurrou para o gol vazio. O time ficou “mordido” e passou a disputar cada bola como se estivesse numa final de campeonato. O empate veio aos 39. Thiago Neves chutou forte de longe e Cleber espalmou para dentro: 3 a 3 e comemoração exagerada no banco. O preparador físico Antônio Mello pediu silêncio aos torcedores, e Vanderlei Luxemburgo também se virou para as arquibancadas. Mas o empate após o apito final fez reacender as vaias da torcida.
FLAMENGO 3 x 3 MADUREIRA
Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Rodrigo Alvim; Maldonado, Lorran (Diego Maurício), Galhardo (Bottinelli) e Thiago Neves; Ronaldinho e Wanderley (Deivid) Cleber, Caio Cézar, Luiz Otávio, Douglas Assis e Nil; Vinícius, Rodrigo, Abedi (Gomes) e Michel (Alex); Baiano e Adriano Magrão
Técnico: Vanderlei Luxemburgo Técnico: Roy
Gols: Welinton, contra, aos 33, Léo Moura, aos 42 do primeiro tempo; Michel, aos 12, Baiano, aos 18, Deivid aos 27, Thiago Neves, aos 39 minutos do segundo tempo
Cartão amarelo: Abedi (Madureira)
Estádio: Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ). Data: 27/3/2011. Árbitro: Pahtrice Maia. Auxiliares: Ediney Guerreiro e Luiz Antônio Muniz. Público: 5.038 presentes. Renda: R$ 81.330,00

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/jogo/campeonatocarioca2011/27-03-2011/flamengo-madureira.html