sábado, 25 de maio de 2013

Massa fica fora de treino e largará em último em Mônaco. Pole é de Rosberg

Brasileiro bate forte no último treino livre e Ferrari não consegue consertar carro a tempo. Alemão da Mercedes parte na frente pela 3ª vez consectuvia

Por GLOBOESPORTE.COM Monte Carlo, Mônaco


Correr contra o tempo faz parte da essência da Fórmula 1. E neste sábado, a Ferrari lutou contra o relógio, mas não conseguiu deixar o carro de Felipe Massa pronto para o treino classificatório para o GP de Mônaco, sexta etapa da temporada. O brasileiro havia sofrido um forte acidente no último treino livre em Monte Carlo (veja imagens da batida), disputado horas antes da qualificação, destruindo seu F138. Fora da atividade, Massa – que já possuía uma punição de cinco posições por ter que trocar a caixa de marcha – terá que largar em último e precisará fazer uma corrida de recuperação no GP mais charmoso do calendário, marcado para as 9h deste domingo (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo e em Tempo Real pelo GLOBOESPORTE.COM. Decepcionado com a ausência na atividade, o paulista de 32 anos explicou o motivo do acidente no treino livre e admitiu que seria difícil ter o carro pronto a tempo.

- Freei em cima de um "bump" (irregularidades da pista), e os dois pneus dianteiros travaram. Faltavam, pelo menos, mais uns 20 ou 30 minutos trabalhando bem no carro (para ficar pronto). Estava sem freio ainda. Acho que não ia dar mesmo – explicou Massa.


Enquanto Massa fecha o grid, quem terá o privilégio de largar na frente nas ruas do principado será Nico Rosberg, da Mercedes. Esta é a terceira pole position consecutiva do alemão, a quarta seguida da equipe. Depois de conquistar duas como “zebra”, no Bahrein e na Espanha, Nico chegou a Mônaco com o “status” de favorito. E fez por onde. Liderou todos os três treinos livres e assegurou a posição de honra ao cravar 1m13s876 no fim do Q3, na sessão classificatória deste sábado.  Seu companheiro Lewis Hamilton foi o s
egundo mais veloz (1m13s967) e completou a segunda dobradinha seguida das “Flechas de Prata”.  

Assista aos melhores momentos da qualificação no vídeo acima.

A segunda fila ficou com os carros da RBR: Sebastian Vettel parte em terceiro (1m13s980), seguido por Mark Webber (m41s181). Parceiro de Massa na Ferrari, Fernando Alonso ficou apenas com a sexta posição (1m14s824). O tempo do espanhol ficou dois milésimos acima do anotado pelo finlandês Kimi Raikkonen, da Lotus (1m14s822). Em sétimo, Sergio Pérez desbancou mais uma vez o companheiro de McLaren, Jenson Button. Adrian Sutil (Force India) ficou com o oitavo lugar no grid e Jean-Eric Vergne (STR), que avançou ao Q3 pela primeira vez na carreira, fechou o top 10.

felipe massa monaco formula 1 (Foto: AP)Felipe Massa chegou até a se preparar para o treino, mas a Ferrari não consertou carro a tempo  (Foto: AP)

Assim como nas duas últimas etapas, a Mercedes mostrou novamente força em voltas lançadas. No Bahrein e na Espanha, entretanto, Rosberg e Hamilton sofreram com o intenso desgaste dos pneus de seus carros e foram presas fáceis para os rivais. Neste domingo, a história pode ser diferente em razão do asfalto mais brando e da dificuldade de ultrapassagens nas estreitas ruas de Monte Carlo.

nico rosberg monaco formula 1 (Foto: Reuters)Virou rotina: Nico Rosberg celebra sua terceira pole position consecutiva (Foto: Reuters)

Header_Q1 Fórmula 1 (Foto: Infografia / Globoesporte.com)


Devido à chuva que caiu pouco antes da atividade, os pilotos foram à pista para o Q1 com pneus intermediários. A grande pergunta era se a Ferrari conseguiria aprontar o carro de Massa a tempo de o piloto participar do treino. A movimentação nos boxes da escuderia italiana era grande. O brasileiro aguardava ansioso, de capacete. Mas a poucos minutos para o fim do Q1, a equipe jogou a toalha. Ainda havia muito a consertar no bólido, que não tinha condições de ir para a pista. Sem chances de marcar tempo, Massa foi eliminado e terá que amargar o último lugar no grid.

O francês Jules Bianchi foi outro que caiu fora precocemente.  Logo nos primeiros segundos de sessão, o motor de sua Marussia” e o carro parou no meio da pista. A surpresa entre os cortados no Q1 foi o escocês Paul di Resta, da Force India, time que tem apresentado bom desempenho nesta temporada. As ausências de Di Resta e Massa deram a chance do holandês Giedo van der Garde avançar ao Q2 com sua limitada Caterham pela primeira vez no ano.

Também foram eliminados no Q1: Charles Pic (Caterham), Esteban Gutiérrez (Sauber) e Max Chilton (Marussia). O melhor tempo desta parte do treino ficou por conta de Pastor Maldonado (Williams): 1m23s452.


Header_Q2 Fórmula 1 (Foto: Infografia / Globoesporte.com)


Depois de terminar o Q1 no topo, Maldonado ficou com o pior tempo do Q2 e foi eliminado. Maldonado melhorou seu tempo no Q2, marcando 1m21s688. Porém, a história era outra. A chuva havia dado uma trégua, o asfalto secava rapidamente e o tempo do venezuelano foi o pior da segunda parte do treino, muito distante da marca de 1m15s988 anotada por Vettel, o mais veloz. Com a pista seca e de pneus supermacios, os pilotos começaram a baixar os tempos seguidamente. Além de Maldonado, ficaram para trás: Nico Hulkenberg (Sauber), Daniel Ricciardo (STR), Romain Grosjean (Lotus), Valtteri Bottas (Williams) e Giedo van der Garde (Caterham). Avançaram para a disputa da superpole: Vettel, Raikkonen, Rosberg, Hamilton, Alonso, Sutil, Webber, Button, Vergne e Pérez.

Header_Q3 (Foto: Infoesporte)


Raikkonen foi o primeiro a marcar tempo no Q3, 1m20s269. Mas o finlandês ainda aquecia os pneus. Hamilton e Webber começaram a forçar o ritmo, alternando na ponta com tempos na casa de 1m15 e, depois, 1m14. Faltando cinco minutos, Vettel desbancou os dois ao cravar 1m14s333 e assumiu a liderança.

Nos minutos finais, Webber fez 1m14s181 e voltou ao topo. Mas logo foi superado por Hamilton, com 1m13s967. Mas ainda faltava Rosberg, que largou na frente nas últimas duas corridas, liderou os três treinos livres realizados no principado e era grande favorito à pole. O alemão da Mercedes não decepcionou. Cravou 1m13s876 e provou que está na melhor fase da carreira. Ainda houve tempo de Vettel marcar 1m13s980 e tomar a terceira posição de Webber. Raikkonen e Alonso passaram longe dos melhores tempos. O finlandês ficou com o quinto tempo (1m14s822), apenas dois milésimos à frente do espanhol, o sexto. Pérez, Sutil, Button e Vergne completaram os dez primeiros.

Confira o grid de largada para o GP de Mônaco deste domingo:

1 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m13s876
2 - Lewis Hamilton (ING/Mercedes) - 1m13s967 - a 0s091
3 - Sebastian Vettel (ALE/RBR) - 1m13s980 - a 0s104
4 - Mark Webber (AUS/RBR) - 1m14s181 - a 0s305
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus) - 1m14s822 - a 0s946
6 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m14s824 - a 0s948
7 - Sergio Perez (MEX/McLaren) - 1m15s138 - a 1s262
8 - Adrian Sutil (ALE/Force India) - 1m15s383 - a 1s507
9 - Jenson Button (ING/McLaren) - 1m15s647 - a 1s771
10 - Jean-Eric Vergne (FRA/STR) - 1m15s703 - a 1s827


Eliminados no Q2:
                            
11 - Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) - 1m18s331 - a 2s343
12 - Daniel Ricciardo (AUS/STR) - 1m18s344 - a 2s356
13 - Romain Grosjean (FRA/Lotus) - 1m18s603 - a 2s615
14 - Valtteri Bottas (FIN/Williams) - 1m19s077 - a 3s089
15 - Giedo van der Garde HOL/Caterham) - 1m19s408 - a 3s420
16 - Pastor Maldonado (VEN/Williams) - 1m21s688 - a 5s700


Eliminados no Q1:    

17 - Paul di Resta (ESC/Force India) - 1m26s322 - a 2s870
18 - Charles Pic (FRA/Caterham) - 1m26s633 - a 3s181
19 - Esteban Gutierrez (MEX/Sauber) - 1m26s917 - a 3s465
20 - Max Chilton (ING/Marussia) - 1m27s303 - a 3s85121 - Jules Bianchi (FRA/Marussia) - sem tempo

21 - Jules Bianchi (FRA/Marussia) - sem tempo
22 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - sem tempo

06_circuito_monaco-3 (Foto: Infoarte / GLOBOESPORTE.COM)

Com 'tapetes' novos para os craques, Brasileirão 2013 tem mais atrações

Competição ganha companhia da Copa do Brasil até o fim, parada para Copa das Confederações e bola laranja. Veja infográfico dos 20 clubes da Série A

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro



Há muito um Campeonato Brasileiro não oferecia tantas atrações como este de 2013, que começa neste sábado com três partidas - Vasco x Portuguesa (18h30m), Vitória x Internacional (18h30m) e Corinthians x Botafogo (21h). Quando rolar, até a bola será diferente. Mas os estádios novos e reformados para a disputa da Copa das Confederações e Copa do Mundo aparecem como o maior destaque. É o caso da Fonte Nova, que, com capacidade para 55 mil torcedores, receberá o encontro entre leões e colorados. A média de público tem tudo para crescer. O torcedor certamente vai gostar da beleza e do conforto. E os "tapetes" estendidos aos craques deverão melhorar a qualidade da disputa (ver abaixo infográfico com o ponto forte e o ponto fraco de cada time, o fator caldeirão, o termômetro com as chances de título, vaga na Libertadores, mera figuração e rebaixamento, o histórico dos últimos 10 anos e a opinião dos analistas).

Mineirão, Fonte Nova, Mané Garrincha e Arena Pernambuco são estádios certos no Brasileirão. Os casos do Maracanã e do Castelão, de Fortaleza, ainda não estão definidos. Até a Arena do Grêmio, a reboque dos construídos para as competições internacionais, fará sua estreia na competição, que vai parar na quinta rodada, em 9 de junho, para retornar quase um mês depois, em 6 de julho. É só os craques capricharem. Afinal, na volta da pausa para a Copa das Confederações -  outra novidade -, terão a principal competição nacional como maior pano de fundo para mostrar serviço rumo à Copa de 2014. E se o Fluminense, atual campeão brasileiro, e o Atlético Mineiro, vice-colocado, ainda sonham com a conquista da Libertadores, os outros clubes terão outra oportunidade: paralelamente ao Brasileirão, estarão na briga da Copa do Brasil, agora estendida até o fim do ano.

Sem rivais na rodada final

E é nessa reta final que haverá mais uma mudança: os cruzamentos entre times do mesmo estado, adotados nos dois últimos anos com o objetivo de evitar possíveis relaxamentos para prejudicar rivais, foram abandonados. Volta a fórmula anterior, de confrontos entre clubes de praças diferentes. Com isso, pode retornar a velha prática do uso de reservas, como aconteceu em 2009, quando o Grêmio, já sem chances, escalou equipe mista contra o Flamengo na última rodada. O Inter, maior adversário do Tricolor gaúcho, também tinha chances de ser campeão. Mas os rubro-negros venceram por 2 a 1 e ficaram com o título.

Há também quem lamente a falta do confronto na última rodada por desperdiçar a oportunidade de fisgar o título justamente em cima do grande rival. É o caso de Lucca, do Cruzeiro, que fez gol contra o Resende na goleada de 4 a 0, na Copa do Brasil, em sua estreia, na última quarta, e surge como opção para o ataque, que conta com a boa dupla Dagoberto-Borges.

- É lógico que, se fosse uma coisa boa para nosso lado, seria mais gostoso ser campeão em cima do Atlético-MG. Mas não temos que escolher. Vamos com determinação, com tudo para ficar entre os primeiros durante o Brasileiro - afirmou o atacante do clube celeste, que terá de volta para os jogos em casa o Mineirão, com capacidade para 62 mil pessoas.

inauguração Estádio Mané Garrincha (Foto: Marcelo Baltar)Estádio Mané Garrincha receberá clássico Flamengo x Santos, no domingo (Foto: Marcelo Baltar)

Com a Copa do Brasil

Ainda por cima, o Brasileirão ganhou um companheiro até o fim do ano: a Copa do Brasil. Essa é a outra novidade. Agora, a competição de mata-mata se estenderá até o fim do ano - a decisão será em novembro - para os clubes que jogaram a Libertadores deste ano poderem também participar. Como consequência, fatalmente os times com chances de título na outra competição nacional, mas já sem esperanças no Brasileirão, pouparão títulares. Afinal, a Copa do Brasil também garante vaga na Libertadores de 2014. E os que resolverem jogar com força total nas duas competições certamente encontrarão mais dificuldades. Mesmo assim, há quem tenha adorado o sistema utilizado nos principais países da Europa.

- Isso deveria ter sido feito antes. É inadmissível você privar cinco ou seis equipes de disputar um dos melhores campeonatos do Brasil. Eu já fui campeão da Copa do Brasil (2009), é muito gostoso, mas queria ter enfrentado os adversários que estão na Libertadores. É um campeonato nacional. A Libertadores acabou para alguns times, e eles vão disputar um campeonato brasileiro, que é a Copa do Brasil. Lá fora, Real e Barça não se privam de jogar a Copa do Rei. Vai ser mais difícil conquistar, mas é melhor assim - afirmou Elias, volante do Flamengo, que estreia domingo, contra o Santos, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Novos estádios

Aliás, estádio novo e bonito é que não vai faltar neste Brasileirão 2013. O luxuoso Mané Garrincha, de Brasília, considerado por muitos o mais bonito e que será usado no clássico Flamengo x Santos no domingo, às 16h, tem tudo para encantar, apesar de alguns problemas observados na inauguração. O gramado está um brinco, fora as instalações. A capital da República não tem clubes na Série A, mas o campo, com capacidade para 70 mil pessoas, deverá ser requisitado ainda para outros jogos. O Flamengo, por exemplo, estuda a possibilidade de mandar mais partidas no local, até porque o Maracanã ainda não foi confirmado na competição nacional após a Copa das Confederações.

Outro estádio novo, inaugurado no fim do ano passado mas fora da Copa das Confederações, é a Arena do Grêmio, com capacidade para 60 mil torcedores. Não houve tempo de usá-lo no Brasileirão 2012, mas o Tricolor já atuou no espaço este ano tanto pelo Gaúcho como pela Libertadores. O time acabou perdendo o Estadual e sendo eliminado na competição sul-americana. Mas o meia Zé Roberto acha que tudo é questão de tempo para o time adotar com vantagem o mando de campo. E lembra experiência semelhante que viveu no futebol alemão.

Maracanã teste de iluminação estádio (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)Jogos no Maracanã à noite prometem belo visual na iluminação  (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)

- O fator campo é importante, sim, ainda mais no futebol brasileiro. O Grêmio sempre esteve acostumado a jogar no Olímpico e estamos sentindo isso na Arena. Leva um tempo para se identificar, tanto o time quanto a torcida com o novo estádio. É normal essa transição. Sempre que há mudança, há consequência. Esses clubes vão ter um período a se adaptar, trazer a confiança do torcedor com o time na nova casa. É uma fase, um período, e depois tudo volta ao normal. Tive uma experiência própria na Alemanha. O Bayern de Munique jogava no Olímpico, onde teve muitas conquistas. A torcida estava identificada com time e casa. Quando passamos ao Allianz, foi complicado. Até ter a confiança, levou um tempo. Seis meses. Uma meia temporada até nos sentirmos em casa. Mas o sucesso atual mostra que foi uma decisão acertada.

Maracanã

A equipe gaúcha nem estreará no Brasileirão na nova casa. Sua partida, domingo, contra o Náutico, às 16h, será no Alfredo Jaconi, já que o clube perdeu o mando de campo por conta do tumulto na última rodada do Brasileirão 2012 no clássico com o Inter, ainda no Olímpico, quando torcedores soltaram rojão no banco colorado.

O Grêmio sempre esteve acostumado
a jogar no Olímpico e sentimos
isso na Arena."
Zé Roberto, meia do Grêmio

Quem vai estrear no Brasileirão em campo novo é um dos que voltaram à Série A: o Vitória. O jogo será sábado, às 18h30m, na Fonte Nova. O estádio, que tem capacidade para 55 mil pessoas, promete ser uma das atrações, bem como o Maracanã, que deverá ser incluído na tabela. Mais enxuto, com capacidade para 79 mil torcedores, é aguardado com ansiedade pelos jogadores das equipes cariocas, especialmente de Flamengo, Fluminense e Botafogo, que esperam mandar seus jogos no estádio.

- A gente queria jogar lá no dia 15 (contra o Campinense, pela Copa do Brasil), mas não foi possível. Estamos ansiosos para reencontrar o Maracanã, os torcedores também. Vamos ter que esperar um pouquinho. Está na mão da Fifa ainda o estádio. Agora, não adianta ter estádio se não tiver organização. O princípio é a organização. Desta forma, o time que jogar em casa vai ter o fator campo, a torcida vai exercer a pressão. Mas o Brasil ainda está muito longe do espetáculo que acontece na Europa - disse o rubro-negro Elias, que atuou no Atlético de Madri, na Espanha, e no Sporting, de Portugal.

Pausa para Copa

Nas cinco primeiras rodadas, é certo que não haverá Maracanã. E uma outra novidade na competição poderá provocar mudanças radicais. Como haverá pausa de quase um mês para a disputa da Copa das Confederações, quem não estiver bem na tabela corre risco de receber o bilhete azul. Troca de treinador e até contratação de reforços poderão entrar em pauta. O espaço deve se tornar uma espécie de minitemporada. Edson Pimenta, ex-interino e efetivado como técnico da Portuguesa após a conquista da Série A2 do Paulista, foi de uma sinceridade ímpar.

bola copa do brasil figueirense (Foto: Paulo Evangelista)
Bola colorida, com cor laranja predominante,  será amesma da Copa do Brasil (Foto: Paulo Evangelista)

- Estamos esperando as peças, a qualificação do grupo, que a gente acha de suma importância. De repente, cinco jogos vêm pela frente até a parada da Copa das Confederações. Essas peças qualificadas acabam não entrando, e, por algum motivo, o insucesso da Portuguesa acontece, porque ninguém consegue fazer milagre no futebol. Aí contrata-se um treinador mais renomado, mais experiente, e de repente vêm as peças qualificadas. Aí, como num passe de mágica, a abóbora vira carruagem, o ratinho vira cavalo. A preocupação é essa. Acho que essas peças qualificadas já deveriam estar aí. Mas a Portuguesa está lutando, a diretoria está brigando por tudo isso, e a gente está esperando que tudo isso aconteça o mais breve possível.

Bola é laranja

O técnico da Lusa - o time estreia no sábado contra o Vasco, em São Januário, às 18h30m - sabe que pode se tornar vítima do drama comum aos treinadores dos 20 clubes da Série A.  Goiás, Atlético Paranaense, Criciúma e Vitória retornam à elite, mas o fantasma do rebaixamento ronda outra boa parte dos participantes. Até o dia 8 de dezembro, quando a bola, agora laranja como a utilizada na Copa do Brasil, vai parar de rolar, as emoções prometem tomar conta do torcedor brasileiro. É esperar para ver.

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2013/05/com-tapetes-novos-para-os-craques-brasileirao-2013-tem-mais-atracoes.html