quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sesi encara Campinas para tentar se manter líder da Superliga masculina


Invicto no returno, time não conta com Wallace, mas pode ter retorno de Murilo no Taquaral. Cruzeiro e Montes Claros fazem duelo mineiro nesta quarta

Por GLOBOESPORTE.COM Campinas, SP e Montes Claros, MG

Giovane Gávio, técnico do Sesi (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)Giovane Gávio tenta levar o Sesi à vitória
(Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)

Apenas três pontos separam o primeiro do quarto colocado da Superliga masculina. Sem espaço para errar, o Sesi entra em quadra nesta quarta-feira, às 18h45m (de Brasília), para tentar manter o bom momento e seguir na liderança. Sem perder há cinco rodadas, o time encara o Campinas, que ocupa a oitava posição, no Ginásio Taquaral. O SporTV transmite.

Também invicto no returno, o Cruzeiro tenta se aproximar do líder na outra partida desta quarta-feira. Em duelo mineiro, o quarto colocado terá pela frente o Montes Claros, que aparece no nono lugar e tenta se aproximar da zona de classificação para os playoffs. O duelo, às 21h, também terá transmissão do SporTV.

O Sesi soma 37 pontos, apenas um a mais que o segundo colocado Vôlei Futuro. Uma vitória por 3 sets a 0 ou por 3 a 1 mantém o time na ponta. Mas ele terá que fazer isso sem o oposto Wallace, que sofreu uma lesão no quadríceps. Murilo, ausente dos dois últimos jogos com dores no abdômen, pode reaparecer.

- Mais um jogo complicado, equilibrado, como todos que temos feito recentemente contra Campinas, e importante, pelo momento da Superliga, tanto nosso quanto deles, porque queremos manter a liderança e eles estão tentando subir na classificação. Temos alguns desfalques importantes, mas nossa maior qualidade é o time, temos um grupo forte e vamos lutar por essa vitória – destacou Giovane Gávio.

O Campinas, com 22 pontos, tenta se consolidar na zona dos playoffs e pode até ganhar uma posição nesta rodada, superando o São Bernardo, sétimo colocado, que também tem 22 pontos.

Duelo por objetivos distintos em Minas
Para o Cruzeiro, a rodada pode ser decisiva para o time se consolidar no G4. Com 34 pontos, o time tenta se aproximar do líder Sesi e tenta ultrapassar Vôlei Futuro, segundo colocado, e Florianópolis, terceiro, que se enfrentam na quinta-feira. Além disso, a equipe mineira busca se distanciar do Minas, que ocupa a quinta posição, com 30 pontos, e enfrenta o Rio de Janeiro, o sexto, com 27 pontos.

Para o Montes Claros, com a reta final se aproximando, resta pouco espaço para erros para que o sonho dos playoffs continue. Com 15 pontos, sete a menos que o oitavo colocado, o time vai precisar contar com a força da torcida no Ginásio Tancredo Neves.

Confira os jogos da sexta rodada do returno:
15/02 – quarta-feira
18h45m - Campinas x Sesi (transmissão do SporTV)
21h - Montes Claros x Cruzeiro (transmissão do SporTV)

16/02 – quinta-feira
19h - São Bernardo x Juiz de Fora
20h - Florianópolis x Vôlei Futuro (transmissão do SporTV)
20h - Minas x Rio de Janeiro
20h - Londrina x Volta Redonda

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2012/02/sesi-encara-campinas-para-tentar-se-manter-lider-da-superliga-masculina.html

Meta do COB é classificar 300 atletas para as Olimpíadas de Londres


Com 148 atletas já garantidos, objetivo do Comitê Olímpico Brasileiro é superar os números de 2008, quando foram 277 atletas para Pequim

Por SporTV.com Rio de Janeiro

A primeira vaga individual brasileira para as Olimpíadas de 2012 foi garantida em novembro de 2010 no tiro esportivo, com Ana Luiza Ferrão. Desde então, os atletas do Brasil se preparam intensamente e participam de seletivas para tentar carimbar o passaporte para Londres. Segundo Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o objetivo é chegar ao Reino Unido com cerca de 300 atletas classificados. Em Pequim-2008, foram 277 atletas, a maior delegação que o país já enviou a uma edição dos Jogos.

- O foco dos próximos meses é exatamente esse: onde tem vaga disponível, a gente vai lutar. Tem agora o vôlei feminino, handebol masculino nas eliminatórias europeias, vagas individuais de natação e atletismo... - disse em entrevista exclusiva ao 'SporTV Repórter'.

As vagas já conquistadas
Após Ana Luiza Ferrão se classificar, em novembro de 2010, os números só cresceram. O ano de 2010 terminou com 24 vagas garantidas nos Jogos. Em 2011, muitas conquistas garantiram outros atletas em Londres: 142, no total.
No futebol, a equipe masculina levou o Sul-Americano Sub-20 e a vaga olímpica. Já a feminina se garantiu ao vencer o Sul-Americano, disputado no Equador. Ambas equipes buscam o ouro inédito na competição.

Neymar e Lucas comemoram o títulodo Brasil sub 20 (Foto: Mowa Press)Neymar e Lucas comemoram o título no Sul-Americano Sub-20 e a vaga para Londres (Foto: Mowa Press)

No basquete masculino, o Brasil se classificou ao ficar em segundo lugar no Pré-Olímpico das Américas e volta às Olimpíadas após 16 anos. Já o feminino venceu a competição e também está garantido. No vôlei, o time masculino se garantiu ao terminar em terceiro lugar na Copa do Mundo e a seleção feminina terá de buscar a vaga no pré-olímpico sul-americano que acontece em maio.
Na maratona aquática, a classificação de Poliana Okimoto veio com o sexto lugar nos 10km do Mundial de Xangai, na China. No taekwondo, Natália Falavigna faturou o ouro no Pan-Americano da categoria, disputado no México. No Pré-Olímpico de Londres, a ginástica artistica feminina conquistou vaga para a equipe completa. A masculina obteve mais uma vaga no individual, além das duas que já estavam asseguradas desde o Mundial de Tóquio, em 2011.

Segundo o COB, no total, 148 atletas já conseguiram vaga olímpica e representam 17 modalidades diferentes. Resultado que superou as expectativas do Comitê, garante Freire.

História do país nas Olimpíadas
O Brasil participa dos Jogos Olímpicos desde 1920, realizado na Antuérpia. É o país sul-americano mais vitorioso na história das Olimpíadas, com 91 medalhas em 28 edições: 20 ouros, 25 pratas e 46 bronzes. A delegação não volta para casa de mãos vazias desde 1952, quando Adhemar Ferreira da Silva conquistou o ouro no salto triplo.

O primeiro resultado significativo, em termos de quantidade de medalhas, só veio em Atlanta, em 1996. O Brasil somou 15 medalhas: 3 ouros, 3 pratas e 9 bronzes. Na edição seguinte, em Sidney, um total também expressivo: 12 medalhas, 6 pratas e 6 bronzes, mas nenhum ouro.

Em Atenas-2000, na Grécia, a delegação brasileira alcançou uma marca inédita: 5 atletas subiram ao topo do pódio. Com 10 medalhas no total, o país garantiu um excelente 16º lugar.

cesar cielo chora ao vencer os 50m livres nas olimpíadas em pequim (Foto: AFP)Cielo se emociona com a medalha de ouro nos 50m
livres nas Olimpíadas de Pequim (Foto: AFP)

Já em Pequim, na última edição dos Jogos, os 277 atletas competiram em 32 modalidades e disputaram 38 finais. Assim, conquistaram 3 ouros, 4 pratas e 8 bronzes, totalizando 15 medalhas. Seis foram inéditas: o ouro de Cesar Cielo nos 50 metros livres, com direito a recorde olímpico, o ouro de Maurren Maggi no salto em distância, a primeira de uma mulher em esportes individuais e o ouro no vôlei feminino após vitória sobre os Estados Unidos na final. Além disso, as velejadoras Fernanda Oliveira e Isabel Swan, a judoca Ketleyn Quadros e Natália Falavigna, do taekwondo, também fizeram história ao garantir o bronze.

O Brasil terminou em 23º lugar no quadro geral de medalhas, um desempenho avaliado na época, pelo presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, como a melhor participação brasileira na história.
Agora, o país se prepara para buscar uma melhor posição no quadro de medalhas em Londres, mas a meta só deve ser atingida nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016: dobrar o número de medalhas alcançadas em Pequim.

- São três grandes blocos. O primeiro eu digo que são os inatingíveis (EUA, Rússia e China, são mais de 70 medalhas indo a 110). Não é nossa meta pra 2016, pode ser mais pra frente, ascendência sempre. No segundo bloco, com mais de 40 medalhas (Austrália, Inglaterra e França). E tem o grupo que vamos brigar, entre 25 e 38 medalhas (Coreia do Sul, Ucrânia, Itália, Japão). Essa é nossa luta, são forças grandes que queremos alcançar em 2016 e, para isso, precisamos ir bem em 2012- explica Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

FONTE:
http://sportv.globo.com/site/programas/sportv-reporter/noticia/2012/02/meta-do-cob-e-classificar-300-atletas-para-olimpiadas-de-londres.html