quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Atuações do Brasil: Dudu e zagueiros se destacam; Lucas Lima vai ma




SELEÇÃO BRASILEIRA



Atacante do Palmeiras marcou o gol da vitória sobre a Colômbia, enquanto Rodrigo Caio e Geromel ajudaram a garantir lá atrás. Meia do Santos tem atuação apagada




Por
Rio de Janeiro



Header Brasil (Foto: Infoesporte)


Weverton:
Fez boa defesa em finalização de Borja logo no início do jogo e outra em cobrança de falta no segundo tempo. Nota: 6,0.

Fágner:
 presente em todas convocações de Tite até agora, participou da jogada do gol com o cruzamento da direita. Não comprometeu na defesa. Nota: 6,5

Rodrigo Caio:
 muito bem nas antecipações e roubadas de bola, quase deixou sua marca de cabeça. Já tinha sido convocado por Tite nos últimos compromissos das eliminatórias e mostrou que pode continuar no grupo. Um do melhores em campo. Nota: 7,5

Pedro Geromel:
 outro que deixa Tite tranquilo para eventuais problemas na Seleção principal. Atuação quase no mesmo nível de seu companheiro de zaga. Foi o responsável pelo maior número de desarmes na partida: 11 no total. Nota: 7,0

Fábio Santos:
depois de ficar no banco contra o Peru (após a suspensão do titular Marcelo), pouco mostrou começando no time titular. Poderia ter aparecido mais no ataque. Nota: 5,5

Jorge:
deu mais gás ao lado esquerdo da Seleção e auxiliou nas triangulações ofensivas. Tem tudo para se tornar uma boa opção para o futuro. Nota: 6,5

Walace:
campeão olímpico, o volante do Grêmio protegeu bem a zaga e foi bem nas roubadas de bola. Apesar da pouca idade, mostrou-se uma boa opção e jogou os 90 minutos. Nota: 6,5

Willian Arão:
 mesmo em um jogo de homenagem, ouviu vaias de botafoguenses e aplausos de rubro-negros. Pareceu sentir um pouco a situação e foi caindo de produção nos 45 minutos que esteve em campo, mas ainda assim quase deixou a sua marca. Nota: 6,0

Rodriguinho: 
entrou no intervalo e foi um pouco melhor do que o jogador do Fla. Também apareceu na área para finalizar e iniciou a jogada do gol de Dudu. Nota: 6,5

Lucas Lima:
 já não vinha em alta na temporada passada e ganhou nova chance de Tite ao ser convocado e começar entre os titulares. Mas teve outra atuação apagada. Apareceu mais ao fazer faltas bobas na entrada da área do Brasil do que ao criar jogadas no ataque. Nota: 5,0

Gustavo Scarpa:
 entrou com quase 25 minutos do segundo tempo e teve tempo de participar de três lances de perigo. No primeiro, achou Rodriguinho dentro da área. No segundo, chutou cruzado para boa defesa de González. Depois ainda cobrou falta com perigo. Nota: 6,5

Dudu: 
Um dos destaques do Palmeiras no Brasileirão 2016, foi o mais incisivo do setor ofensivo no jogo. Criou boas jogadas, ajudou na defesa, deu opções e foi premiado com o gol. Nota: 7,5

Camilo:
''dono da casa'', o jogador do Botafogo foi o último a entrar, mas teve tempo para aplicar uma caneta desmoralizante em Berrío, que negocia com o Fla. Botafoguenses foram ao delírio e cantaram ''Camilo é melhor que o Neymar''. Nota: 6,5

Robinho:
errou alguns passes, mas se movimentou e procurou o jogo na primeira etapa. Quase marcou um golaço depois de passar por dois defensores, mas foi desarmado na hora do chute. Sofreu uma pancada pouco antes do intervalo. Nota: 6,0

Diego:
jogou 45 minutos e entrou justamente no lugar do amigo. Nem sempre foi objetivo, mas ao menos se movimentou e buscou o jogo, sendo quase sempre parado com falta. Nota: 6,0

Diego Souza:
mesmo sem ser camisa 9 de origem, fez bem suas funções. Protegeu a bola e abriu espaço para os companheiros. Teve participação direta no gol de Dudu. Nota: 6,5

Luan:
jogou 30 minutos, mas pouco apareceu na partida. Acabou voltando muito para buscar a bola e deixou o campo sem dar uma finalização sequer. Nota: 5,5



FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2017/01/atuacoes-do-brasil-dudu-e-zagueiros-se-destacam-lucas-lima-vai-mal.html

Cambistas, rixas de rivais e público pequeno marcam jogo pela Chape



SELEÇÃO BRASILEIRA



Vaias a Arão e provocações entre flamenguistas e botafoguenses cortam ambiente de partida beneficente. Ambulantes faturam com camisas a R$ 50 do time catarinense




Por
Rio de Janeiro



Cambistas à vontade, vendedores ambulantes e provocações de torcidas rivais. A partida em prol das vítimas do trágico voo da Chapecoense - que terminou 1 a 0 para o Brasil, gol do palmeirense Dudu - afastou o caráter de amistoso beneficente da partida no Rio de Janeiro. Claro que havia bandeiras da Colômbia, camisas do Atlético Nacional de Medellín e, evidentemente, do time alviverde de Chapecó. Mas a mobilização pequena frustrava quem chegava ao Nilton Santos.

Engenhão Brasil x Colombia (Foto: Raphael Zarko)
"Força Chape", diz faixa de torcedor 
(Foto: Raphael Zarko)

Na reabertura do remodelado Engenhão, que recebeu 18.695 pagantes, com renda de R$ 1.219.675,00, o jogo beneficente ficou um pouco de lado assim que William Arão tocou na bola. Ex-jogador do Botafogo, que ainda move ação na Justiça contra o atleta do Flamengo, foi vaiado e xingado pelos botafoguenses, mas teve a defesa dos rubro-negros.

Foi um tal de "ninguém cala esse nosso amor", com "ninguém cala esse chororô", "ão, ão, ão, segunda divisão", "Bo-ta-fo-go" que os gritos pela Chapecoense ficaram esquecidos no momento do apito inicial. E Arão quase marcou o dele no rebote de jogada de Dudu. Pouco depois, o espetáculo ficou mais bonito quando as torcidas fizeram "ola" pelos anéis do estádio e cantaram juntas pelo Brasil e pela Chapecoense.

- Torcedor carioca é assim mesmo, brasileiro também é assim. Claro que a gente queria todos apoiando todo mundo, mas logo de início, no banco, a gente comentou que não precisava disso. Mas acontece. O Arão é um grande jogador. Eles queriam essa qualidade do lado deles. Mas ainda bem que ele está com a gente - disse Jorge, sobre o fato, após a partida.

A entrada de Diego e Jorge, além de Berrío na Colômbia, o atacante que está mais perto de deixar o Atlético Nacional e defender o Flamengo, também movimentou os torcedores nas arquibancadas do Engenhão. Os alvinegros pediram e foram atendidos quando Tite chamou Camilo no segundo tempo. Para delírio dos donos da casa, o jogador do Botafogo ainda aplicou uma caneta no colombiano Berrío (veja nos vídeos, esse e outros lances clicando no LINK da FONTE  no final da matéria abaixo).


Cambistas sem timidezAté perto de 19h ainda era raro encontrar cambistas nas bilheterias. Mas eles não demoraram a aparecer. Circulavam normalmente em volta dos guichês e tentavam comprar ingressos de quem tinha sobrando entradas. Por R$ 30 para vender por R$ 50 e R$ 60. O ingresso mais barato, sem meia-entrada, custava R$ 70.

Perto dali, vendedores ambulantes vendiam mais de quatro tipos de camisas com referências à Chapecoense - a verde, a branca, verde com símbolo do Brasil e outra escudo do Nacional e da Chape. Uma custava R$ 50, para duas havia promoção: R$ 80. Mas o movimento nos bares que funcionam em casas ao redor do estádio era frustrante.

Ambulante Engenhao Brasil x Colombia (Foto: Raphael Zarko)Movimento em amistoso do Brasil foi menor para ambulantes ao redor do estádio (Foto: Raphael Zarko)

- Costumo vender por volta de R$ 1 mil, R$ 1.2 mil em jogo mais cheio, mas hoje não vai chegar nem na metade. Infelizmente, o movimento está muito fraco - contou Fabio Barcellos, morador do Engenho de Dentro, que usa a casa como ponto de comércio.

Alheio às disputas de torcedores rivais, um casal colombiano aproveitava para conhecer o Engenhão. Felizes pela oportunidade de ver a seleção "cafetera" de perto, eles queriam vitória da Colômbia com gol de Téo Gutierrez.

- Mas acima de tudo esperamos um bonito espetáculo, que esse clube tenha toda força e siga adiante, com apoio da Colômbia - disse Henrique Fonseca, morador de Medellín.

Engenhão Brasil x Colombia (Foto: Raphael Zarko)
Grande parte da torcida chegou ao Engenhão 
perto do horário do jogo (Foto: Raphael Zarko)


Engenhão Brasil x Colombia (Foto: Raphael Zarko)
Cambista age na bilheteria oferecendo ingressos 
aos torcedores (Foto: Raphael Zarko)


FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/selecao-brasileira/noticia/2017/01/cambistas-rixas-de-rivais-e-publico-pequeno-marcam-jogo-pela-chape.html