sábado, 16 de julho de 2011

ELEFANTAZO - Tevez perde pênalti, goleiro Muslera brilha e Uruguai elimina a Argentina

COPA AMÉRICA DE FUTEBOL 2011


Argentino de nascimento, camisa 1 da Celeste defende chute de Carlitos na disputa de cobranças após empate de 1 a 1. Seleção de Messi cai em casa

Por Marcos Felipe Direto de Santa Fé, Argentina

No estádio conhecido como Cemitério dos Elefantes, um gigante sul-americano teria de ficar pelo caminho neste sábado. E quem tombou foi a Argentina, que perdeu nos pênaltis para um aguerrido Uruguai após o 1 a 1 no tempo normal. A Celeste Olímpica repete, ainda que em menor escala, o Maracanazo da Copa do Mundo de 1950, quando derrotou o Brasil na final na mesma data: 16 de julho.
A seleção de Diego Forlán levou a melhor nos pênaltis por 5 a 4, em Santa Fé, e se garantiu nas semifinais da Copa América de 2011. O nome do jogo foi um atleta nascido em Buenos Aires, mas filho de uruguaios. O goleiro Fernando Muslera foi o herói da Celeste com grandes intervenções na etapa regular do confronto e ainda pegou uma cobrança de Carlitos Tevez na disputa de pênaltis depois da prorrogação sem gols. Isso tudo sem falar que os uruguaios tiveram um jogador a menos desde os 37 minutos do primeiro tempo até os 41 da etapa final. Diego Peréz foi expulso, enquanto Mascherano também recebeu o vermelho, mas quase no fim do tempo normal.
Na próxima terça-feira às 21h45m (de Brasília), o Uruguai, que repetiu o feito da geração de Francescoli e companhia na Copa América de 1987 (eliminou a Argentina na casa do rival), vai encarar na semifinal o Peru que, mais cedo, despachou a Colômbia. Neste domingo, Brasil x Paraguai, às 16h (de Brasília), e Chile x Venezuela, às 19h15m (de Brasília), completam as quartas de final. Todos os jogos terão transmissão ao vivo do GLOBOESPORTE.COM
Diego Pérez e Gonzalo Higuaín marcaram os gols da partida, ainda no primeiro tempo. Forlán e Suárez se destacaram pela Celeste, além do herói Muslera. Pelo lado derrotado, Lionel Messi, que criou algumas chances de gol, segue com um jejum de 16 partidas sem balançar as redes em competições oficiais e foi eleito o melhor em campo. A torcida argentina, que antes do jogo ovacionou o camisa 10, aplaudiu o time após a derrota, mas a festa foi dos dois mil uruguaios presentes no Cemitério de Elefantes. O estádio que sediou a queda de grandes, como o Santos de Pelé, agora viu a eliminação da seleção do melhor jogador do mundo. A Argentina não conquista um título desde a Copa América de 1993 - exceção feita ao dois ouros que ganhou nas Olímpíadas de 2008 e 2004, competição que é disputada com no máximo três atletas acima de 23 anos por país.
Muslera Uruguai (Foto: EFE)Nascido em Buenos Aires, Muslera foi o nome do jogo com defesas importantes para o Uruguai (Foto: EFE)

Começo violento e festa uruguaia
Durante a semana, argentinos e uruguaios rasgaram elogios uns aos outros. Na arquibancada, apesar das provocações com Messi e Forlán, o clima harmonioso dava o tom entre os torcedores. Mas, quando a bola rolou... Logo aos dois minutos, o volante Diego Pérez exagerou na vontade e acertou um carrinho violento em Mascherano. O árbitro Carlos Amarilla não pestanejou e deu o amarelo.
A Argentina respondeu “à altura”, com Gabi Milito fazendo falta na intermediária sobre um rival. Mas pagou caro pela pancada. Na cobrança, Forlán jogou para área, Cáceres subiu mais alto que a defesa albiceleste e cabeceou. O goleiro Sergio Romero espalmou, mas a bola sobrou para Diego Pérez, sozinho, empurrar para o fundo da rede e fazer 1 a 0 para o Uruguai aos cinco minutos.
Com a vantagem, o Uruguai se entrincheirou atrás esperando a Argentina que, com quatro atacantes, tentava pressionar em busca do empate.


VEJA GALERIA DE FOTOS COM AS BELAS TORCEDORAS NO ESTÁDIO


‘Mimado’ pela torcida, Messi dá presente para Higuaín
Depois de quase igualar com Agüero aos 14, os hermanos conseguiram o objetivo três minutos depois. Ovacionado pela torcida em Santa Fé com faixas e muitos gritos de apoio, Lionel Messi recebeu pela direita, cortou Cáceres e colocou na cabeça de Higuaín. O atacante do Real Madrid, como o manda figurino, testou para o chão no canto, sem chances para Muslera. 1 a 1.
A jogada inspirou mais ainda o craque do Barcelona que, com lances de efeito, seguia causando pavor na defesa uruguaia que, quando não conseguia parar na bola, apelava para faltas. O juiz paraguaio Carlos Amarilla, que distribuiu dois cartões no começo da partida (além de Pérez, amarelou Zabaleta), apenas contemporizava.


BLOG MEIO DE CAMPO: torcida do Uruguai provoca Messi, e argentinos ironizam Forlán


Gols anulados e expulsão
Forlan comemora Uruguai (Foto: Reuters)Forlán teve boa atuação, mas não conseguiubalançar a rede em Santa Fé (Foto: Reuters)

Aos 30, Messi bateu falta sofrida por ele próprio para Higuaín fazer outro. No entanto, o atacante estava impedido e o tento foi corretamente anulado.
Retrancado, o Uruguai só voltou a incomodar aos 35. Forlán colocou na área, Lugano acertou a trave e, no rebote, Cáceres botou no fundo da rede. O auxiliar Nicola Yegros, entretanto, marcou impedimento de Suárez.
Dois minutos depois, Diego Pérez, um dos mais viris do time uruguaio, trombou com Gago impedido um contra-ataque argentino. Amarilla não aplicou o segundo cartão amarelo e, na sequencia, o vermelho.
Mesmo com menos um, o Uruguai, aguerrido, seguia incomodando os anfitriões com lances de bola parada. Aos 44, Forlán, jogador mais atuante da Celeste, cruzou para Lugano testar e carimbar a trave de Romero, que pulou atrasado na jogada.


Jogo pegado
Sem mudanças, Argentina e Uruguai voltaram para o segundo tempo na mesma toada da etapa inicial. Ou seja: pressão dos donos da casa e bordoadas. Mascherano, logo aos três, recebeu cartão amarelo após um carrinho por trás em Forlán.
Recuado, o Uruguai segurava o ímpeto dos hermanos e amarrava o jogo que só teve o primeiro lance de perigo aos 14 quando Messi deu belo passe para Agüero chutar com perigo. Na sequencia, disposto a acabar com incômodo jejum de 15 partidas sem marcar em competições oficiais pela Argentina, Messi resolveu arriscar de fora da área. Muslera, bem colocado, segurou firme.
Aos poucos, na base da raça, o Uruguai compensava a desvantagem numérica e agredia um pouco mais a defesa argentina que claudicava com a dupla Burdisso e Gabi Milito, merecidamente amarelada após duas faltas seguidas de um e outro.


Boas chances e Tevez em campo


No entanto, apesar de ver o rival equilibrar o embate, a Argentina seguia criando as melhores oportunidades. Aos 33, Higuaín recebeu na área, girou sobre o marcador e chutou para boa intervenção de Muslera. O Uruguai respondeu logo em seguida com Forlán que recebeu belo passe de Suárez. Romero, corajoso, saiu nos pés do atacante do Atlético de Madri e salvou a pátria albiceleste.
Apagado, o genro de Maradona, Sergio Agüero, deu lugar a Carlitos Tevez que fez jus a pecha de jogador do povo e entrou em campo aos 38 sob muitos aplausos dos torcedores. Mas, logo que entrou, o ex-corintiano quase viu a casa cair com Lugano cabeceando rente à trave de Muslera.
Aos 41, Mascherano exagerou na força e acertou Suárez. Já com cartão, o capitão argentino acabou expulso. Com dez contra dez, a partida ficou mais ainda parelha e emocionante. Tevez, aos 44, quase fez a alegria argentina. Muslera, entretanto, impediu a festa da Pulga e levou o jogo para a prorrogação ao fazer duas defesas "milagrosas" em cobrança de falta de Carlitos e depois no rebote de Higuaín (assista no vídeo acima).

Messi Argentina x Uruguai (Foto: AP)Messi, que teve bom primeiro tempo, tenta passar pelo volante Arévalo Ríos  (Foto: AP)

Celeste assusta, Higuaín acerta a trave
 Logo no terceiro minuto da prorrogação, Álvaro Pereira quase abriu o placar para a Celeste: o jogador pegou um rebote no bico esquerdo da grande área e chutou forte, rente ao travessão. Logo em seguida, Suárez arriscou de longe, mas mandou para fora.
Aos 13, boa chance argentina quando Higuaín entrou pela esquerda e acertou a trave direita de Moslera. Na sequência da jogada, Pastore tentou de fora da área, mas a bola saiu por cima do gol.
No começo do segundo tempo extra, Forlán roubou a bola da Argentina na entrada da área e bateu de canhota, mas para fora. A resposta dos donos da casa veio com Messi, que dominou quase na linha da grande área e bateu para a defesa de Muslera. Aos seis, Higuaín perdeu mais uma: recebeu na pequena área e ficou cara a cara com goleiro, que desviou para escanteio.
Aos 10, o estádio segurou a respiração por alguns segundos. Messi, que não marca pela seleção há 16 partidas, entrou driblando na área e ficou na frente de Muslera, mas foi atrapalhado pela zaga e não conseguiu marcar. O destino era a decisão por pênaltis.
 Nos pênaltis, Tevez perde e Muslera se consagra

 Lionel Messi recebeu do técnico Sergio Batista a responsabilidade de bater logo o primeiro pênalti. O camisa 10 não sentiu o peso e abriu o placar nas cobranças: 1 a 0 para a Argentina. em seguida, outro craque: Forlán também fez, no meio do gol. Burdisso foi o segundo argentino e marcou 2 a 1. Suárez foi para a segunda do Uruguai e empatou em 2 a 2.
"Jogador do povo", Tevez bateu mal, Muslera foi para o canto certo e pegou a cobrança do camisa 11 na direita. Scotti aproveitou a vantagem e colocou o Uruguai na frente: 3 a 2. Depois, o goleiro uruguaio quase defendeu o de Pastore, chegou a tocar na bola, mas ela passou por baixo e entrou. Gargano garantiu o 4 a 3 para a Celeste com um pênalti bem batido no canto direito. Higuaín se posicionou e chutou forte, a bola bateu no travessão, quicou no chão, bateu nas costas de Muslera e entrou: 4 a 4. A cobrança final ficou nos pés de Cáceres, que cobrou no ângulo direito. Vitória uruguai, Argentina eliminada (veja as cobranças de pênalti no vídeo acima).
Jogadores Uruguai comemoram (Foto: Reuters)Uruguaios correm para comemorar o último pênalti cobrado por Cáceres contra a Argentina  (Foto: Reuters)



argentina 1 (4) x (5) 1 uruguai
Sergio Romero, Pablo Zabaleta, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito, Javier Zanetti, Fernando Gago (Lucas Biglia), Javier Mascherano, Ángel di María (Javier Pastore), Lionel Messi, Sergio Agüero (Carlos Tevez) e Gonzalo Higuaín Fernando Muslera, Maxi Pereira, Diego Lugano, Mauricio Vitorino (Andrés Scotti), Martin Cáceres, Diego Pérez, Arévalo Ríos (Walter Gargano), Álvaro González, Álvaro Pereira (Sebastián Eguren), Diego Forlán e Luis Suárez
Técnico: Sergio Batista Técnico: Óscar Tábarez
Gols: Diego Pérez, aos cinco do primeiro tempo; Gonzalo Higuaín, aos 17 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Pablo Zabaleta, Javier Mascherano, Nicolás Burdisso, Gabriel Milito, Fernando Gago, Carlos Tevez (Argentina); Martín Cáceres, Diego Pérez, Álvaro González (Uruguai). Cartões vermelhos: Diego Pérez (Uruguai) e Javier Mascherano (Argentina)
Estádio: Cemitério dos Elefantes, em Santa Fé (Argentina). Data: 16/7/2011. Árbitro: Caros Amarilla (PAR). Assistentes: Nicolas Yegros (PAR) e Luis Sanchez (VEN)

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-america/noticia/2011/07/tevez-perde-penalti-muslera-brilha-e-uruguai-elimina-argentina.html

Coxa passa fácil pelo Flu em noite de reencontro no Couto Pereira

CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL 2011 - Série A


Primeira partida após pancadaria de 2009 tem triunfo do time da casa por 3 a 1, provocação da torcida e bate-boca após cerimônia pela paz


por Cahê Mota
O termo revanche seria exagero diante da marca deixada por um rebaixamento. Entretanto, o torcedor do Coritiba deixou o Couto Pereira mais aliviado após o primeiro reencontro com o Fluminense depois da partida que decretou a queda para Série B em 2009 e deflagrou uma pancadaria generalizada em campo. Com futebol simples e objetivo, além da colaboração de Márcio Rosário – que falhou em dois gols -, o Coxa fez 3 a 1 nos cariocas (veja os gols acima) em partida válida pela décima rodada do Brasileirão, neste sábado.


Apesar da cerimônia de entrega de placas ressaltando o respeito e a união dos jogadores no hino nacional para sepultar o episódio de dois anos atrás, o clima em campo foi de tensão, com divididas fortes, bate-boca e provocação entre as torcidas. Na parte em que se limitaram a jogar futebol, Marcos Aurélio, Pereira e Bill fizeram a alegria dos coxas-brancas, enquanto Matheus Carvalho descontou para um Flu burocrático e apático.
Com o resultado, o Coxa pula para 13 pontos e ocupa a nona colocação. Uma acima do próprio Tricolor, que tem 12. Na próxima rodada, dia 24 (domingo), os cariocas recebem o Palmeiras no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, às 16h (de Brasília). No mesmo dia, também às 16h, o Coritiba enfrenta o Bahia, em Salvador.


Pouco futebol e muita tensão: melhor para o Coxa
Perfilados no centro do gramado para a execução do hino nacional, os jogadores de Coritiba e Fluminense não apenas recordavam o jogo histórico de 2009. Eles também tinham como objetivo sepultar qualquer clima hostil causado pela briga generalizada após a partida que decretou a queda do Coxa. Tudo muito bonito e dentro do script, mas só até o apito inicial do árbitro Paulo César Oliveira.
Marco Aurélio gol coritiba (Foto: Ag. Estado)Marco Aurélio comemora o primeiro gol do Coritiba contra o Fluminense (Foto: Ag. Estado)
Tricolores e coxas-brancas deixavam claro nas arquibancadas que a rivalidade ficou acirrada depois do episódio. E o primeiro tempo foi marcado por divididas fortes, reclamações de ambas as partes e um forte bate-boca entre Emerson e Edinho na descida para o intervalo. Sob gritos de “timinho”, o volante reclamava de uma solada do adversário e foi acalmado pela “turma do deixa disso”. Entre o gesto de paz e a discussão, porém, rolou futebol. Nada capaz de encher os olhos, é verdade,
mas suficiente para dar aos paranaenses vantagem de dois gols.
Com Fernando Bob na vaga de Marquinho, poupado por ter proposta para deixar o clube, o Tricolor até começou melhor. O meio-campo povoado fazia com que a bola permanecesse por ali e nos pés cariocas. Faltava, no entanto, criatividade e movimentação dos atacantes Ciro e Rafael Moura. Já o Coxa sempre deixou claro que não fazia questão de ter a redonda por muito tempo nos pés, mas que seria incisivo quando a tivesse. Estratégia que deu certo.
Na base da velocidade, o Coritiba chegava ao ataque em bloco e abusava dos chutes da entrada da área. Em um deles, aos 13, Léo Gago contou com o montinho artilheiro para fazer Diego Cavalieri bater roupa. No rebote, Marcos Aurélio escorou com o joelho por baixo do goleiro: 1 a 0. A desvantagem abateu (e muito) um Flu que estava tão seguro de si. Bom para o Coxa, que aproveitou o apagão e fez o segundo aos 23. Após cobrança de escanteio de Tcheco, Márcio Rosário “dormiu” e deixou a bola passar, sem sequer saltar, para que Pereira emendasse com o pé direito no segundo pau.
Rafael Moura Fluminense x Coritiba (Foto: Photocâmera)Rafael Moura teve atuação muito discreta na derrota do Flu em Curitiba (Foto: Photocâmera)

Pronto. O que se viu de futebol nos primeiros 45 minutos no Couto Pereira foi isso. De resto, o Flu seguiu trocando passes de um lado para o outro, enquanto a torcida rival protestava a cada marcação da arbitragem. No último lance, Gum ainda assustou em cabeçada que Eltinho cortou em cima da linha. Lance abafado pelo bate-boca entre Emerson e Edinho.


Sono, falhas e fim de um trauma
Ciente da evidente falta de dinamismo e objetividade em sua equipe, Abel Braga promoveu duas mudanças na volta do intervalo: Deco e Matheus Carvalho nas vagas de Diguinho e Ciro. Com isso, a equipe ganharia em velocidade no lado do campo e teria um armador a mais para ajudar Souza, certo? Na teoria, sim. Mas não foi o que aconteceu. O Fluminense até continuou com posse de bola, trocando passes, mas parecia sonolento e pouco assustava. Na verdade, sequer assustava.
Coritiba x Fluminense (Foto: Photocâmera)Bill deu trabalho para a defesa do Fluminense(Foto: Photocâmera)

O Coxa, por sua vez, continuava ligado na tomada. Firme na marcação, principalmente com o viril Emerson na defesa, e veloz no ataque, parecia saber que tinha o controle da partida e que o terceiro era questão de tempo. Realmente foi. Mais precisamente seis minutos até Maranhão fazer boa jogada pela direita e cruzar rasteiro. A bola até parecia tranquila para a zaga, mas Márcio Rosário novamente cochilou, deixou Bill antecipar e, com um leve desvio, colocar para o fundo das redes no primeiro pau: 3 a 0.
A partir daí, a partida perdeu a graça. Tanto em campo, quanto nas arquibancadas. Entregue, o Fluminense não fazia muito para diminuir. Com a vitória garantida, o Coritiba administrava o placar e esperava contra-ataques. Os torcedores, por sua vez, já se mostravam “vingados” e se manifestaram somente com vaias e xingamentos a Edinho, o tricolor mais exaltado, ao ser substituído por Valencia.
Em meio ao marasmo, Matheus Carvalho ainda diminuiu aos 33, aproveitando grande bobeada da defesa rival após cobrança de escanteio. Nada que impedisse o torcedor coxa-branca de respirar aliviado. Ainda deu tempo de gritar 'olé' e comemor a derrota do rival Atlético-PR para o Vasco. A marca deixada pela participação na Série B em 2010 jamais será apagada, mas o trauma chamado Fluminense ficou para trás.


CORITIBA 3 X 1 FLUMINENSE
Edson Bastos, Maranhão, Pereira, Emerson e Eltinho (Triguinho); Willian, Léo Gago, Rafinha e Tcheco (Gil); Bill e Marcos Aurélio (Anderson Aquino).  Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Márcio Rosário e Carlinhos; Edinho (Valencia), Diguinho (Deco), Fernando Bob e Souza; Ciro (Matheus Carvalho) e Rafael Moura.
Técnico: Marcelo Oliveira. Técnico: Abel Braga.
Gols: Marcos Aurélio, aos 14 minutos do 1º tempo,  Pereira, aos 23 minutos do primeiro tempo, Bill, aos 6 minutos do segundo tempo, Matheus Carvalho aos 33 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Bill, William, Anderson Aquino (Coritiba); Diguinho, Mariano, Edinho, Deco, Márcio Rosário (Fluminense).
Renda: R$ 267.900,00. Público: 16.498 pagantes e 18.524 presentes
Data: 16/07/2011. Local: Couto Pereira, em Curitiba. Arbitragem: Paulo César Oliveira (SP-FIFA), auxiliado por Vicente Romano Neto (SP) e João Nobre Chaves (SP)

FONTE:
http://globoesporte.globo.com/jogo/brasileirao2011/16-07-2011/coritiba-fluminense.html